Cuidados com a criança no verão
jan.2010
Veja medidas preventivas para garantir a saúde de seu filho na época mais quente do ano!
A temporada de verão traz junto com o calor, incômodo para as crianças. Mas, com alguns cuidados você pode minimizar os efeitos do calor e da umidade na saúde de seu filho. A pele das crianças, principalmente a dos recém-nascidos, por ser mais fina e sensível exige procedimentos diferentes dos que são dispensados aos adultos nesta época do ano.
Mais suscetíveis às alterações como frio, vento ou sol, a pele do bebê fica avermelhada ou descama com mais facilidade. Até os primeiros seis meses de vida, deve-se evitar o uso de produtos na pele do bebê, não se recomenda, inclusive, o uso de filtro solar. Por isso, o bebê não pode ficar exposto ao sol entre às 10 e 16 horas (11h às 17h no horário de verão). Não esqueça de proteger a cabecinha dele com boné e de colocar roupas leves, de preferência de algodão e sem adereços ásperos.
O calor, o suor e a maior quantidade de insetos no verão podem provocar alergias e até algumas doenças bacterianas, veja as mais comuns:
BROTOEJA
Provocadas pela dificuldade de eliminação do suor, as bolhas e bolinhas avermelhadas são o resultado da obstrução parcial dos dutos sudoríparos. Além do calor intenso do verão, as brotoejas podem ser desencadeadas após um quadro febril ou pelo uso de cremes hidratantes ou filtros solares muito viscosos. Elas atingem principalmente o tórax, a face, o pescoço e as costas e coçam muito. Para tratá-las, recomenda-se o uso de roupas mais arejadas e de algodão, ventilar o quarto da criança e banhá-la com mais frequência, de preferência com água morna. Evite mais de um banho por dia com sabonetes, pois a remoção excessiva da oleosidade da pele deixa-a mais vulnerável às infecções. Não deixe de procurar um pediatra para fazer o tratamento adequado.
ESTRÓFULO
Processo alérgico provocado por hipersensibilidade à picada de insetos, principalmente pernilongos formigas e pulgas. Algumas horas após a picada do inseto, surgem bolinhas vermelhas pequenas, com bolhas sobre elas. Coçam muito e podem ficar espalhadas ou agrupadas, geralmente na cintura, nas pernas e nos braços. Cada bolinha não corresponde necessariamente a uma picada de inseto, pois se trata de hipersensibilidade à distância. As bolhas tendem a aumentar e a serem infectadas secundareamente por bactérias. O estrófulo pode aparecer em qualquer idade, mas é mais comum entre dois e sete anos de idade. Para diminuir a coceira e o processo alérgico-inflamatório, consulte um pediatra para seguir o tratamento mais adequado para seu filho. Procure proteger a criança dos insetos, se certificando de que no quarto que ela vai dormir não há mosquitos e pernilongos, use mosqueteiro e evite passear em lugares próximos a matas e florestas.
Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed do Brasil




