Vínculo mãe e filho

24
fev.2010

O laço emocional que envolve mãe e filho é influenciado por fatores como toque, contato olho a olho e amamentação

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O relacionamento afetivo entre mãe e filho começa antes de o bebê nascer. A aceitação da gravidez e a preparação para a chegada da criança são elementos que influenciam no estabelecimento do vínculo entre mãe e filho, que pode ser visto também como um mecanismo de proteção da espécie.
A sobrevivência e segurança do bebê dependem da mãe antes mesmo do nascimento. Com a evolução da gravidez, a sensibilidade em relação ao desenvolvimento do bebê aumenta, tanto que nos últimos três meses de gravidez, a mãe consegue identificar os períodos de atividade e repouso do feto.

 

O nascimento é um momento especial para o início da formação do vínculo. A mãe geralmente está ansiosa para ver o seu bebê e tê-lo em seus braços, portanto, as horas que antecedem o parto, o decorrer do parto e o pós-parto envolvem muita emoção. É o primeiro contato pele a pele e olho a olho entre mãe e filho e deve ser feito em um ambiente tranquilo e aconchegante.

 

Quando é recém-nascido, o bebê expressa suas necessidades através de gestos, movimentos e choro, que, no início, podem não ser adequeadamente interpretados pela mãe e confundidos com manifestação de dor. Após algumas semanas, a mãe começa a entender melhor o significado destas manifestações. No entanto, a formação do vínculo requer tempo, amor e compreensão.

 

Manter-se próxima do filho é fundamental para formar e reforçar o vínculo afetivo. Presentes no dia-a-dia da relação da mãe com o filho, alguns elementos compõem e facilitam essa proximidade, como:

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É importante lembrar que os pais também podem estabelecer vínculos afetivos com seus filhos, incorporando, na medida do possível, algumas atitudes acima e participando de outras situações junto com a mãe. Por isso, pais, experimentem: 
• conversar com seu bebê; 
• tocá-lo e fazer contato olho a olho;
• estar presente durante a amamentação; 
• cheirar e dar colo para o bebê.

 

O amor e a rejeição influenciam na criança. O bebê deve ter suas necessidades físicas e psicológicas atendidas para sentir-se amado e desejado.

 

Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed do Brasil

     
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