17
jun.2010

Ministério da Saúde lança Campanha Nacional de Doação de Sangue

doacao sangueUm gesto de amor que pode salvar vidas. É isso o que a Campanha Nacional de Doação de Sangue, do Ministério da Saúde, pretende mostrar e incentivar até o dia 30 de junho, com o lema “Doe sangue, faça alguém nascer de novo”. Atualmente no Brasil, são coletados 3,5 milhões de bolsas de sangue por ano, sendo que o ideal seriam 5,7 milhões.

O país precisa cada vez mais de doações de sangue, por causa do aumento de 58,3% no número de transplantes, de 2003 a 2009, e do crescimento da população. De acordo com o Ministério da Saúde, se cada pessoa doasse duas vezes ao ano, não faltaria sangue para transfusões.

No entanto, apenas 1,9% da população brasileira é doadora – percentual que está dentro dos parâmetros da Organização Mundial de Sangue (OMS), mas que não atende à demanda do país. Para aumentar o número de doadores, desde o dia 2 de junho, o Ministério da Saúde realiza uma consulta pública sobre a proposta de mudar a idade mínima permitida para doação de sangue para 16 e a máxima para 68. Hoje, pode doar quem tem idade entre 18 e 65 anos.

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10
jun.2010

Torcedores muito ansiosos devem tomar cuidado para não se prejudicarem com a emoção dos jogos e os comes e bebes que podem aumentar a pressão

copa

Copa do Mundo de Futebol. Brasil em campo. 43 minutos do 2º tempo de uma partida decisiva. Um jogador adversário pega a bola, se aproxima da grande área e olha para o gol. Nesse momento, milhares de brasileiros estão com o ‘coração na mão’, ou seja, tensos, apreensivos e desesperados com a possibilidade de mudança do placar.

Apesar de fictícia, essa situação é parecida com o que deverá acontecer durante os jogos da Copa. As partidas prometem ser emocionantes e fazer o coração dos torcedores baterem mais forte e isso merece uma atenção especial. De acordo com um estudo realizado pela Universidade de Munique, o risco de eventos cardíacos graves chegou a triplicar entre alemães do sexo masculino no Mundial de 2006.

Pode ser muito difícil assistir aos jogos da seleção sem se alterar emocionalmente, afinal o brasileiro chuta junto com o jogador, dá palpites e explica por qual caminho a bola deve ir, mas quem é fanático por futebol e tem fatores de risco cardíaco deve tomar alguns cuidados. Muita tensão aliada aos comes e bebes típicos dessa época de Copa do Mundo podem prejudicar mais ainda quem já sofre com doenças cardiovasculares.

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1
jun.2010

Foco da comemoração definido pela OMS para este ano são as estratégias que a indústria tabagista usa para atingir o público feminino

 please do not smoke!Gênero e tabaco com ênfase no marketing para mulheres é o tema do Dia Mundial sem Tabaco 2010, que acontece anualmente em 31 de maio. O principal objetivo desta edição é alertar sobre as estratégias utilizadas pela indústria tabagista para atingir o público feminino e em relação aos prejuízos à saúde e ao meio-ambiente que seus produtos causam.

Segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o tabagismo é responsável por 40% dos óbitos nas mulheres com menos de 65 anos e por 10% das mortes por doença coronariana nas mulheres com mais de 65 anos de idade. O público feminino é um dos principais alvos da publicidade do tabaco, por causa de sua inserção cada vez maior no mercado de trabalho, da mudança de seu papel social e da conquista de maior poder aquisitivo.
1525R-127452

Riscos
Confira alguns efeitos do tabagismo na saúde da mulher apontados pelo Inca:

• Mulheres fumantes de dois ou mais maços de cigarro por dia têm 20 vezes mais chances de morrer de câncer de pulmão do que mulheres que não fumam;
• Fumantes que fazem uso de contraceptivos orais apresentam risco para doenças do sistema circulatório, aumentando em 39% as chances de desenvolver doenças coronarianas e 22 % a de acidentes vasculares cerebrais;
• O risco de infarto do miocárdio e de embolia pulmonar em mulheres jovens que usam anticoncepcionais orais e fumam chega a ser dez vezes maior que o das que não fumam e usam este método de controle da natalidade.

Fumar durante a gravidez traz sérios riscos para o bebê, pois um único cigarro fumado pela gestante é capaz de acelerar em poucos minutos os batimentos cardíacos do feto. Além disso, abortos espontâneos, nascimentos prematuros e mortes fetais e de recém-nascidos são alguns dos episódios que ocorrem com mais frequência quando a gestante é fumante.

Fonte: Portal Nacional de Saúde - Unimed do Brasil

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