abr.2011
Com a grande variedade de materiais escolares que as crianças utilizam, muitas vezes elas carregam peso excessivo nas mochilas. Por isso, é preciso que os pais fiquem atentos para que os filhos não desenvolvam problemas na coluna. Carregar peso em demasia nas costas pode resultar em problemas posturais.
A Medicina Preventiva da Unimed Porto Alegre recomenda: Usar mochilas com duas alças, preferencialmente acolchoadas (o modelo com apenas uma alça não é aconselhado).
Os pais também devem ficar atentos para o peso do material escolar. A mochila não deve exceder 10% do peso da criança que a carrega. Ou seja, uma criança que pesa 40 kg deve levar, no máximo, 4 kg. O excesso de peso nas costas pode resultar em lesões agudas na coluna e, com o uso cronico , o desenvolvimento de desvios posturais na coluna vertebral.
Uma boa medida de prevenção é verificar se a criança está levando itens desnecessários para as aulas. Além disso, é recomendável consultar os professores a respeito dos materiais requeridos em cada dia da semana e averiguar se a escola dispõe de armários para que os alunos guardem parte do material.
Fonte: Dr. Edilson Machado – Unimed Porto Alegre/ SBOT/Pró-teste
abr.2011
Prepare o ambiente em que vive para a chegada do novo membro da família.
Não são necessários recursos tecnológicos de última geração para garantir o bem-estar do seu bebê. Medidas simples de precaução, muito carinho, cuidado e atenção são suficientes para evitar acidentes com a criança.
Clique aqui e confira a cartilha
Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed do Brasil
abr.2011
O comportamento dos pais ao andar e atravessar as ruas é referência importante para as crianças
À medida que crescem e se desenvolvem, as crianças vão conquistando cada vez mais independência, pois aprendem a fazer as atividades do dia-a-dia sozinhas, como se vestir e tomar banho. No entanto, algumas atitudes, como andar e atravessar as ruas sozinha, devem ser liberadas com mais cautela pelos pais e apenas depois que os filhos já forem maiores.
Ensinar a criança a seguir as regras para pedestres pode ajudar a reduzir os riscos de atropelamentos e outros acidentes com os pequenos. Para que eles aprendam a ter um comportamento seguro nas ruas, é fundamental que os pais deem o exemplo e adotem também as medidas preventivas, que incluem respeitar os sinais de trânsito e as faixas para pedestre.
Até os dez anos de idade, as crianças só devem andar na rua acompanhadas de um adulto. É recomendado que os pais ou responsáveis segurem a mão da criança pelo punho, para evitar que ela se solte em um momento inadequado e coloque a própria segurança em risco. Ao educá-la para ser um pedestre responsável, oriente a criança a:
• esperar o sinal fechar para os automóveis antes de atravessar uma rua e a usar a faixa de pedestres;
• olhar para os dois lados da rua várias vezes antes de atravessar;
• não atravessar por trás de carros, ônibus, árvores e postes;
• fazer contato visual com o motorista para ter certeza de que foi vista;
• nunca correr repentinamente na rua atrás de algo que lhe escapou, como uma bola, um animal ou por qualquer outra razão;
• esperar que o ônibus pare totalmente para, então desembarcar.
Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed do Brasil
abr.2011
Ministério da Saúde divulga material com sugestões de alimentos regionais para utilizar em papinhas para bebês
Por volta dos seis meses de idade, o bebê já pode e deve começar a ingerir alimentos complementares ao leite materno, pois precisará de mais nutrientes. Papas salgadas começam a fazer parte da alimentação dos bebês entre as mamadas e auxiliam na introdução gradual de alimentos sólidos.
Para incentivar a utilização de produtos típicos de cada região do Brasil, o Ministério da Saúde apresenta sugestões de combinações de alimentos para a produção de papinhas salgadas. Veja no mapa os alimentos sugeridos por região para serem incorporados na alimentação de bebês e crianças.
Mesmo com a adição de novos alimentos à dieta do bebê, necessária após os seis meses, é importante lembrar que a Organização Mundial da Saúde e o Ministério da Saúde recomendam o aleitamento materno até dois anos ou mais.
Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed do Brasil
abr.2011
Os peixes são fontes de proteínas e nutrientes essenciais que fazem muito bem à saúde. Mas ainda são pouco consumidos pelos brasileiros. Confira todos os seus benefícios
Com a proximidade da Páscoa cresce a procura por peixes para incrementar as receitas da semana santa. Apesar de ser uma tradição da igreja católica, o hábito de abdicar da carne vermelha nessa época tornou-se comum entre muitos brasileiros. Mas usufruir os benefícios dos peixes não deve ser prazer exclusivo somente na Páscoa.
Além de nutritivo, esse alimento visa à diminuição da ingestão de ácidos graxos saturados (prejudiciais à saúde) e o aumento de poliinsaturados ômega 3, vitaminas e minerais. Para proporcionar todos esses benefícios deve ser consumido pelo menos duas vezes por semana. O ideal é intercalar o seu consumo com outros tipos de carne, como bovina, suína e de ave.
Os motivos para degustar dessas delícias do mar são infinitos. Os peixes são ricos em proteínas, chegam a ter valor nutritivo superior ao da carne vermelha, e facilitam o processo de digestão. Além disso, possuem baixa porcentagem de lipídios (gorduras) que oscilam entre 0,2 e 23,7%, dependendo da espécie, do tipo de alimentação e da estação do ano. Os de carne mais clara como o linguado, a pescada e a garoupa contêm menor quantidade de lipídeo do que os de carne mais escura, como por exemplo, a tainha, o atum e a anchova.
Alguns peixes contêm ainda ômega 3, que é uma gordura poliinsaturada que ajuda a diminuir os riscos de doenças cardiovasculares, hipertensão, bem como auxilia na diminuição das taxas de colesterol total no sangue. Os peixes de águas frias e salgadas como o salmão, a sardinha e o arenque concentram maior quantidade do nutriente.
Confira uma receita saudável para a sua Páscoa elaborada pela Sociedade Brasileira de Cardiologia:
Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed do Brasil
abr.2011
Acordo entre Ministério da Saúde e associações de produtores de alimentos prevê redução gradual de sódio em 16 tipos de alimentos
O gostinho salgado de alguns alimentos é um atrativo para muitas pessoas que já acostumaram o paladar com uma quantidade alta de sal na alimentação. Esse hábito, no entanto, pode ter também um preço alto para a saúde, já que 40% do sal é composto por sódio, mineral que em excesso no organismo pode levar ao aumento da pressão arterial, além de estar relacionado a outras doenças, como problemas renais e cânceres.
Com o objetivo de diminuir o consumo excessivo de sal e, consequentemente, o de sódio, o Ministério da Saúde e a indústria alimentícia firmaram, no dia 7 de abril de 2011, um acordo para reduzir gradualmente o teor de sódio em 16 tipos de alimentos processados. As mudanças começarão a ocorrer nas massas instantâneas, pães e bisnaguinhas a partir de 2012.
A seguir, confira algumas metas já definidas:
| Alimento | Teor máximo de sódio até 2012 | Teor máximo de sódio até 2014 |
| Massas instantâneas | 1,9 gramas | ———— |
| Pães de forma | 645 miligramas | 522 miligramas |
| Bisnaguinhas | 531miligramas | 430 miligramas |
Segundo o Ministério da Saúde, metas para o pão francês, os bolos prontos, as misturas para bolos, os salgadinhos de milho e as batatas fritas estão previstas para serem estabelecidas até julho deste ano. Até o final de 2011 deverão ser definidas as metas de quantidade de sódio para outros alimentos industrializados. Para saber mais sobre o acordo, acesse o site do Ministério da Saúde.
Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed do Brasil
abr.2011
Todos os dias, ao acordar, ganhamos um novo dia! Que tal iniciá-lo sorrindo, com toda intensidade e otimismo!
Quantas e quantas vezes você já se pegou resmungando porque precisa acordar e ir ao trabalho? Parece um martírio não é mesmo? Agora, que tal mudar de atitude? Em vez de chegar com aquela cara amarrada, como se a vida tivesse conspirando contra e você não vê a hora do tempo passar mais rápido, estampe um largo sorriso no rosto.
Sim, rir faz muito bem. Querem uma prova do que estou falando? Um estudo feito com 1.860 funcionários de empresas da Itália, França, Alemanha, Reino Unido, Estados Unidos, Rússia e Japão, publicado pela Universidade Bocconi de Milão, revelou que sorrir melhora o ânimo dos colegas. E mais, potencializa o status do chefe.
Os efeitos do riso no trabalho foram considerados bastante positivos, já que o bom humor levanta o moral do grupo, permitindo sua coesão. Você já percebeu o quanto pessoas bem humoradas contaminam o ambiente e melhoram o astral? Não há nada pior do quepessoas pessimistas, que em tudo enxergam problemas e estão sempre pra baixo.
O humor deve ser encarado como uma forma de enfrentar dificuldades e desilusões no mundo corporativo. Pode ter certeza que a alegria induz a comportamentos mais agregadores. Talvez não exista o melhor emprego do mundo, mas acredito que ser feliz no trabalho faz toda a diferença, facilita as relações com chefes, pares e subordinados. E para isso bastam pequenos gestos, como sorrir, por exemplo.
Chefe bem humorado é mais bem aceito por sua equipe. O humor, entretanto, não pode ser exagerado. Deve ter algo natural expressando a felicidade interna. Contar piadinhas escatológicas ou em hora imprópria têm efeito contrário. Pessoas alegres vencem mais rapidamente na carreira.
Por isso, comece já. Abandone velhos hábitos, pare de reclamar, enxergue o lado positivo das coisas, encare as dificuldades sob a ótica dos desafios que te impulsionarão ao sucesso. Sorria e seja feliz! Garanto quesua vida e a de todos ao seu redor terá um colorido diferente.
Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed do Brasil
abr.2011
A respiração lenta e profunda ajuda a diminuir a ansiedade e proporciona sensação de calma
Quando se está em meio a uma situação difícil, que exige tomada de decisões, há algo bem simples de fazer que pode aliviar a tensão do momento: respirar. Mas não de qualquer jeito. É preciso parar e respirar lenta e profundamente, deixando o ar entrar e sair por completo, para desfrutar de todos os benefícios que esse ato pode proporcionar.
Desacelerar os batimentos cardíacos, baixar a pressão arterial e diminuir a ansiedade são alguns dos efeitos positivos da boa respiração. Esses benefícios podem ser atingidos através da respiração diafragmática, que é semelhante à dos bebês. Eles expandem o abdômen e não apenas o tórax, como muitas pessoas fazem, durante a inspiração. O diafragma, músculo que fica abaixo dos pulmões é acionado predominantemente, o que aumenta em 30% a capacidade dos pulmões receberem ar.
Ao utilizar apenas a parte peitoral, a ventilação dos pulmões é menor. O uso de roupas muito apertadas e um período prolongado sentado em posições que comprimem o diafragma também colaboram para um padrão respiratório deficiente. Além disso, ansiedade e estresse fazem os movimentos respiratórios oscilarem, podendo deixá-los muito rápidos e superficiais.
Então, que tal parar alguns instantes todos os dias para inspirar bem profundamente pelo nariz, expandindo o diafragma, e soltar o ar devagar? A respiração lenta e profunda utiliza menos de dez inspirações e expirações por minuto. Respire e restabeleça a calma e o equilíbrio.
Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed do Brasil
abr.2011
Prender-se ao passado pode levar ao desperdício de tempo e a dificuldades para dar sequência aos projetos pessoais
“Antigamente é que era bom…as pessoas eram honestas, as cidades eram limpas e os preços eram mais baixos.” Comentários como esses fazem muitas pessoas lembrarem de conhecidos que vivem exaltando um passado perfeito ou mesmo se reconhecerem com essas lamentações. As maravilhas do tempo que se foi, no entanto, são, muitas vezes, apenas criações e idealizações, que nada ajudam a viver o presente em toda sua plenitude.
O passado talvez seja mais proveitoso se dele forem tiradas referências para a construção de melhores momentos no presente e para evitar a repetição de erros e experiências desagradáveis. A fixação no que se perdeu é que pode ser prejudicial, já que há pessoas que não conseguem ir em frente e dar sequência aos projetos que um dia foram planejados. Ter consciência de que o passado não se repetirá pode ajudar a se concentrar no momento atual e a deixar de estar sempre insatisfeito com o que se é e o que se tem hoje.
Seguir em frente não significa deixar as boas lembranças para trás. Lembrar-se de um gosto ou de um cheiro que remeta a um momento feliz, por exemplo, traz sensações prazerosas e saudáveis. Portanto, tire aprendizados e boas recordações do passado, mas deixe que ele se vá.
Remoer lembranças ruins também pode ser um obstáculo para viver completamente bem, por isso procure ter um passado resolvido. Em algumas situações, é recomendável buscar ajuda de um profissional da área de psicologia, sem que isso represente qualquer tipo de fraqueza.
Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed do Brasil















