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	<title>Unimed Clientes &#187; Biblioteca</title>
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		<title>Unimed Porto Alegre comemora o Dia Internacional da Mulher</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 14:44:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unimed Porto Alegre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
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		<description><![CDATA[ 
Na semana do Dia Internacional da Mulher, a Unimed Porto Alegre realizou uma homenagem especial ao público feminino. No final de semana, a Cooperativa Médica esteve nos parques da cidade com uma ação criativa, os promotores entregaram uma flor para os homens (sozinhos ou acompanhados de uma mulher) desejando um Feliz Dia da Mulher e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2010/03/Dia_Internacional_da_Mulher_Unimed.wmv" href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2010/03/Dia_Internacional_da_Mulher_Unimed.wmv" target="_blank"></a><a title="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2010/03/Dia_Internacional_da_Mulher_Unimed.wmv" href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2010/03/Dia_Internacional_da_Mulher_Unimed.wmv" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-686" src="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2010/03/dia-mulher.jpg" alt="dia mulher" width="500" height="333" /></a> </p>
<p>Na semana do Dia Internacional da Mulher, a Unimed Porto Alegre realizou uma homenagem especial ao público feminino. No final de semana, a Cooperativa Médica esteve nos parques da cidade com uma ação criativa, os promotores entregaram uma flor para os homens (sozinhos ou acompanhados de uma mulher) desejando um Feliz Dia da Mulher e um tag que explica a ação: “A gente quer ajudar você a cuidar do bem-estar delas. Entregue esta flor para uma mulher especial e mostre como você a admira. Fazer ela se sentir bem é o melhor presente que você pode dar nesse dia”</p>
<p> </p>
<p>Já no dia 08 de março, os promotores entregaram as flores a todas as mulheres que foram aos pontos de atendimentos da Unimed Porto Alegre. O mimo continha um tag com a seguinte felicitação: “Carinhosas. Delicadas. Sensíveis. Amigas. Parece mesmo que as mulheres já nascem sabendo cuidar do bem-estar do outro. Por isso, hoje, a nossa homenagem é para todas elas. Parabéns pelo Dia Internacional da Mulher”</p>
<p> </p>
<p>As ações tinham o objetivo de criar uma corrente de flores, alegria e bem-estar a todos!</p>
<p> </p>
<p>Confira o vídeo com as reações dos participantes: <a title="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2010/03/Dia_Internacional_da_Mulher_Unimed.wmv" href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2010/03/Dia_Internacional_da_Mulher_Unimed.wmv" target="_blank">Dia_Internacional_da_Mulher_Unimed</a></p>
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		<title>Vínculo mãe e filho</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 18:28:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unimed Porto Alegre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca]]></category>
		<category><![CDATA[Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Amamentação]]></category>
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		<category><![CDATA[Vínculo]]></category>

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		<description><![CDATA[O laço emocional que envolve mãe e filho é influenciado por fatores como toque, contato olho a olho e amamentação

O relacionamento afetivo entre mãe e filho começa antes de o bebê nascer. A aceitação da gravidez e a preparação para a chegada da criança são elementos que influenciam no estabelecimento do vínculo entre mãe e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left">O laço emocional que envolve mãe e filho é influenciado por fatores como toque, contato olho a olho e amamentação</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2010/02/1111651_mom_and_newborn_baby_boy_2.jpg"><img class="size-full wp-image-632 aligncenter" src="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2010/02/1111651_mom_and_newborn_baby_boy_2.jpg" alt="1111651_mom_and_newborn_baby_boy_2" width="300" height="206" /></a></p>
<p>O relacionamento afetivo entre mãe e filho começa antes de o bebê nascer. A aceitação da gravidez e a preparação para a chegada da criança são elementos que influenciam no estabelecimento do vínculo entre mãe e filho, que pode ser visto também como um mecanismo de proteção da espécie.<br />
A sobrevivência e segurança do bebê dependem da mãe antes mesmo do nascimento. Com a evolução da gravidez, a sensibilidade em relação ao desenvolvimento do bebê aumenta, tanto que nos últimos três meses de gravidez, a mãe consegue identificar os períodos de atividade e repouso do feto.</p>
<p> <span id="more-633"></span></p>
<p>O nascimento é um momento especial para o início da formação do vínculo. A mãe geralmente está ansiosa para ver o seu bebê e tê-lo em seus braços, portanto, as horas que antecedem o parto, o decorrer do parto e o pós-parto envolvem muita emoção. É o primeiro contato pele a pele e olho a olho entre mãe e filho e deve ser feito em um ambiente tranquilo e aconchegante.</p>
<p> </p>
<p>Quando é recém-nascido, o bebê expressa suas necessidades através de gestos, movimentos e choro, que, no início, podem não ser adequeadamente interpretados pela mãe e confundidos com manifestação de dor. Após algumas semanas, a mãe começa a entender melhor o significado destas manifestações. No entanto, a formação do vínculo requer tempo, amor e compreensão.</p>
<p> </p>
<p>Manter-se próxima do filho é fundamental para formar e reforçar o vínculo afetivo. Presentes no dia-a-dia da relação da mãe com o filho, alguns elementos compõem e facilitam essa proximidade, como:</p>
<p><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2010/02/mamae_bebe.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-631" src="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2010/02/mamae_bebe.gif" alt="mamae_bebe" width="530" height="530" /></a></p>
<p>É importante lembrar que os pais também podem estabelecer vínculos afetivos com seus filhos, incorporando, na medida do possível, algumas atitudes acima e participando de outras situações junto com a mãe. Por isso, pais, experimentem: <br />
• conversar com seu bebê; <br />
• tocá-lo e fazer contato olho a olho;<br />
• estar presente durante a amamentação; <br />
• cheirar e dar colo para o bebê.</p>
<p> </p>
<p>O amor e a rejeição influenciam na criança. O bebê deve ter suas necessidades físicas e psicológicas atendidas para sentir-se amado e desejado.</p>
<p> </p>
<p><em>Fonte: Portal Nacional de Saúde &#8211; Unimed do Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Hepatite A</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 12:59:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unimed Porto Alegre</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Hepatite A]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Verão]]></category>

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		<description><![CDATA[Vacinação é a principal forma de prevenção do vírus que é mais freqüente no verão e tem como principais vitimas crianças e adolescentes

Fazer castelos de areia alternados com um banho de mar e uma parada para beber uma água ou um suco gelado, comprado no barzinho ou trazido de casa. Este é o cenário de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><span style="color: #3366ff">Vacinação é a principal forma de prevenção do vírus que é mais freqüente no verão e tem como principais vitimas crianças e adolescentes</span></p>
<p><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2010/02/Hepatite-A1.jpg"><span style="color: #3366ff"><img class="alignnone size-full wp-image-576" src="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2010/02/Hepatite-A1.jpg" alt="Hepatite A" width="493" height="330" /></span></a></p>
<p><span style="color: #3366ff">Fazer castelos de areia alternados com um banho de mar e uma parada para beber uma água ou um suco gelado, comprado no barzinho ou trazido de casa. Este é o cenário de um típico dia de praia de uma criança. Normal, se não fossem alguns descuidos que podem trazer “dor de cabeça” e danos na saúde dos pequenos. É que no verão uma ameaça pode estar escondida nas situações mais corriqueiras de um dia na praia: a hepatite A.</span></p>
<p><span style="color: #3366ff"><span id="more-577"></span></span></p>
<p><span style="color: #3366ff"> </span></p>
<p><span style="color: #3366ff">O vírus da hepatite A se esconde tanto na água salgada quanto na doce. Basta engolir uma pequena gota de água do mar poluída ou beber água de uma fonte contaminada para o vírus se instalar no organismo e causar estrago. As principais vitimas são crianças entre 5 e 9 anos, mas a doença é mais avassaladora nos adolescentes. Nos mais novos o contato com o vírus é mais ameno, causando apenas canseira, febre e dor de barriga. Já oito em cada dez meninos de 14 anos que pegam a doença sofrem com os sintomas que são: urina escura, fezes claras, pele e olhos amarelados e um forme mal-estar.</span></p>
<p><span style="color: #3366ff"> </span></p>
<p><span style="color: #3366ff">O que muita gente não sabe é que existe prevenção para a hepatite A, a vacinação. Talvez muitos desconheçam pelo fato de a vacina não fazer parte do calendário oficial de imunização do Ministério da Saúde. Para ter acesso, é preciso pagar pela vacina em clínicas particulares. De acordo com dados do Governo Federal, são registrados cerca de 130 casos por ano a cada 100 mil brasileiros. No entanto, em novo estudo o Ministério da Saúde estima que este número possa ser ainda maior. Acredita-se que no Nordeste, por exemplo, 41% das crianças entre 5 e 9 anos já tiveram contato com o vírus.</span></p>
<p><span style="color: #3366ff"> </span></p>
<p><strong><span style="color: #3366ff">Entenda como o vírus da hepatite A se instala no organismo</span></strong></p>
<p><span style="color: #3366ff">O vírus entra pela boca e vai até o intestino, onde é absorvido. Depois, viaja até a via mesentérica, que é um sistema de vasos que coleta o sangue deste órgão e o despeja na veia porta, que leva o liquido, já contaminado, ao seu destino, o fígado. É nele, que o vírus encontra as condições ideais para se multiplicar. Então, se instala nas células hepáticas, que apesar da invasão, continuam trabalhando. O corpo percebe a presença de invasores e logo trata de expulsá-los, enviando anticorpos, que para se livrar dos inimigos, acabam detonando junto as células do fígado.</span></p>
<p><span style="color: #3366ff"> </span></p>
<p><strong><span style="color: #3366ff">Onde o vírus se esconde</span></strong></p>
<p><span style="color: #3366ff">A falta de higiene é fator determinante para o aparecimento do vírus. Nos locais onde a água não passa por um tratamento adequado o vírus consegue infectá-la facilmente por meio de fezes humanas. Por isso, só consuma água filtrada. O saneamento ineficiente também favorece a contaminação de verduras e frutos do mar. O ideal é só consumir estes alimentos se souber a procedência. Em casa, antes de ingerir frutas e verduras deixe-as de molho numa solução clorada. Estimule seus filhos a lavar as mãos com água e sabão.</span></p>
<p><span style="color: #3366ff"> </span></p>
<p><strong><span style="color: #3366ff">Vacina</span></strong></p>
<p><span style="color: #3366ff">A Vacina da hepatite A é injetável e é aplicada desde o início dos anos 1990. É considerada bastante segura, seu grau de eficiência é de 95%. A primeira dose deve ser aplicada a partir de 1 ano de idade e a segunda, depois de seis ou doze meses. Tomada as duas doses a criança estará protegida pelo resto da vida. Adultos e adolescentes que não se vacinaram na infância podem receber as doses da vacina a qualquer momento. Aqueles que já tiveram a doença não precisam tomá-la.</span></p>
<p><span style="color: #3366ff"> </span></p>
<p><span style="color: #3366ff"><em>Fonte: Portal Nacional de Saúde &#8211; Unimed do Brasil</em></span></p>
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		<item>
		<title>Brasil sobe em ranking internacional de qualidade de vida</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 14:06:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unimed Porto Alegre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

O Brasil é o 38º país do mundo em qualidade de vida, segundo um ranking com quase 200 países publicado pela revista americana International Living.
A liderança do ranking, que leva em consideração nove itens – custo de vida, cultura e lazer, economia, ambiente, liberdade, saúde, infraestrutura, segurança e risco e clima – ficou com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2010/01/Brasil.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2010/01/Brasil2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-534" src="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2010/01/Brasil2.jpg" alt="Brasil2" width="500" height="324" /></a></p>
<p>O Brasil é o 38º país do mundo em qualidade de vida, segundo um ranking com quase 200 países publicado pela revista americana <em>International Living</em>.</p>
<p>A liderança do ranking, que leva em consideração nove itens – custo de vida, cultura e lazer, economia, ambiente, liberdade, saúde, infraestrutura, segurança e risco e clima – ficou com a França, pelo quinto ano consecutivo.</p>
<p><span id="more-531"></span></p>
<p>O Brasil subiu da 43ª posição no ranking de 2009 para a 38ª neste ano. Em 2008, o país havia ficado na 39ª posição.</p>
<p>As melhores avaliações do Brasil ficaram nos quesitos liberdade (83 pontos de 100 possíveis), risco e segurança (83) e clima (82). Os itens mais mal avaliados foram lazer e cultura (58 pontos de 100 possíveis) e infraestrutura (59).</p>
<p> </p>
<p>Apesar disso, entre o ranking do ano passado e o deste ano, as notas para infraestrutura passaram de 47 para 59, enquanto a avaliação para a economia foi de 45 para 65.</p>
<p> </p>
<p><strong>Latino-americanos</strong></p>
<p>O Uruguai, na 19ª posição do ranking, foi o país latino-americano mais bem avaliado, apesar de ter caído seis posições em relação ao ranking de 2009.</p>
<p>A Argentina, que caiu cinco posições e aparece em 26º lugar no ranking deste ano, é o segundo melhor país da região em termos de qualidade de vida, segundo a <em>International Living</em>.</p>
<p> </p>
<p>À frente do Brasil no ranking, entre os latino-americanos, aparecem ainda Chile (31º lugar), Costa Rica (33º) e Panamá (34º). O Equador aparece apenas uma posição atrás do Brasil (39º), enquanto o México é o 46º colocado no ranking.</p>
<p>Entre os países mais bem avaliados, a Austrália pulou da quinta para a segunda posição no ranking entre o ano passado e este, enquanto a Alemanha subiu do oitavo para o quarto lugar.</p>
<p> </p>
<p>Os Estados Unidos, por outro lado, caíram da terceira para a sétima posição.</p>
<p>O Japão, segundo país mais rico do mundo, aparece apenas no 36º lugar, apenas duas posições acima do Brasil.</p>
<p>O último lugar do ranking é ocupado pela Somália. Entre os 15 últimos do ranking, apenas um – Afeganistão – não é um país africano.</p>
<p> </p>
<h2>Ranking de qualidade de vida 2010</h2>
<div>
<div>
<p>1. França</p>
<p>2. Austrália</p>
<p>3. Suíça</p>
<p>4. Alemanha</p>
<p>5. Nova Zelândia</p>
<p>6. Luxemburgo</p>
<p>7. Estados Unidos</p>
<p>8. Bélgica</p>
<p>9. Canadá</p>
<p>10. Itália</p>
<p>38. Brasil</p>
<p> </p>
<p><em>Fonte: International Living</em></p>
<p><em> </em></div>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Caminhada Solidária beneficia entidades sociais</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 15:58:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unimed Porto Alegre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-estar Físico]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhada Solidária]]></category>
		<category><![CDATA[Convívio Social]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Preventiva]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade Social]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[
Dezenas de pessoas participaram, na manhã do sábado (dia 05/12), da 1ª Caminhada Solidária da Unimed Porto Alegre, realizada no Parque Farroupilha. A iniciativa, além de ser uma forma de cuidar da saúde, tornará mais alegre o Natal de centenas de crianças atendidas por associações beneficentes de Porto Alegre. As inscrições ocorreram mediante a entrega [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/12/IMG_9434_b.JPG"><img class="alignnone size-full wp-image-497" src="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/12/IMG_9434_b.JPG" alt="IMG_9434_b" width="494" height="330" /></a></p>
<p>Dezenas de pessoas participaram, na manhã do sábado (dia 05/12), da 1ª Caminhada Solidária da Unimed Porto Alegre, realizada no Parque Farroupilha. A iniciativa, além de ser uma forma de cuidar da saúde, tornará mais alegre o Natal de centenas de crianças atendidas por associações beneficentes de Porto Alegre. As inscrições ocorreram mediante a entrega de um brinquedo, que será destinado aos projetos sociais da empresa.</p>
<p><span id="more-498"></span></p>
<p>A analista de responsabilidade social da Unimed, Ana Paula Jelenski, destaca algumas dessas iniciativas, como o Voluntário Colaborador. Criado para o Natal, o projeto possibilita que voluntários ajudem o Amparo Santa Cruz e o Centro de Promoção da Infância e da Juventude. Desde crianças, até idosos atendidos pelas entidades receberão presentes e, principalmente, atenção e carinho dos participantes.</p>
<p>Para Ana Paula, esse é um dos principais diferenciais. “Quando falamos em Natal, logo lembramos das crianças, mas os idosos também se sentem sozinhos nesta época do ano. Desta vez, não focaremos apenas nos jovens”, salienta. A entrega dos presentes será marcada para o dia 22, com a presença do Papai Noel.</p>
<p>Outra campanha que consta na programação de fim de ano da empresa é o projeto Apadrinhar. Crianças de seis entidades beneficentes desenharam o que gostariam de ganhar no Natal, entre carrinho, bola, boneca e <em>kit</em> escolar. Os pedidos estão afixados na sede da Cooperativa, localizada na avenida Venâncio Aires, 1040. Quem adotar uma cartinha deve entregar o presente, na sede da Unimed, até o dia 20 deste mês.</p>
<p> </p>
<p><em>Fonte: Jornal Correio do Povo &#8211; Editoria Geral &#8211; 07 de dezembro de 2009</em></p>
<p> </p>
<p><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/12/Correio-do-Povo.jpg" target="_blank">Veja o Clipping desta matéria</a></p>
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		<title>Projeto da Unimed Porto Alegre diminui em 73% o uso de copos plásticos</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 13:15:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unimed Porto Alegre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca]]></category>
		<category><![CDATA[Copos Plásticos]]></category>
		<category><![CDATA[Kit Ecológico]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade Social]]></category>

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		<description><![CDATA[
 
A Unimed Porto Alegre comemora os resultados do projeto Reduzir Custos e Preservar o Meio Ambiente que tem o objetivo de reduzir o uso de copos plásticos em suas unidades. Um ano após o início da ação, a Cooperativa Médica já economizou 73% no uso do produto, o que representa uma redução de mais de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/12/kit-ecologico.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-471" src="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/12/kit-ecologico.jpg" alt="kit ecologico" width="347" height="260" /></a></p>
<p> </p>
<p><span style="color: #008000">A Unimed Porto Alegre comemora os resultados do projeto <em>Reduzir Custos e Preservar o Meio Ambiente</em> que tem o objetivo de reduzir o uso de copos plásticos em suas unidades. Um ano após o início da ação, a Cooperativa Médica já economizou 73% no uso do produto, o que representa uma redução de mais de R$ 30 mil.</span></p>
<p><span style="color: #008000"> <span id="more-472"></span></span></p>
<p><span style="color: #008000">Em dezembro de 2008, a Unimed Porto Alegre iniciou o projeto para a diminuição do uso de copos plásticos em todas as suas unidades. Cada colaborador recebeu um kit ecológico composto por uma caneca de porcelana, um <em>squeezer</em> (garrafa plástica) e uma <em>ecobag</em> (sacola ecológica). O objetivo da ação é reforçar o valor da Responsabilidade Social e reduzir custos na empresa.</span></p>
<p><span style="color: #008000"> </span></p>
<p><span style="color: #008000">Desenvolvido pelos setores Financeiro e Vendas Familiar, o projeto tem o intuito de chamar a atenção dos funcionários para o cuidado com o meio ambiente. “O objetivo é que cada colaborador adquira um novo pensamento e propague a ideia para outras pessoas de seu convívio”, enfatiza o presidente do Conselho de Administração da Unimed Porto Alegre, Márcio Pizzato. Vale lembrar que cada copo plástico demora, em média, 50 anos para se decompor.</span></p>
<p><span style="color: #008000"> </span></p>
<p><span style="color: #008000">Anteriormente, a Cooperativa Médica adquiria 80 caixas de copos plásticos por mês, com 2.500 unidades cada. O custo anual com a compra desse item chegou a R$ 50.880,00. A meta inicial da Unimed Porto Alegre era reduzir esses números para 16 caixas por mês, com um gasto de aproximadamente R$ 10.000,00 por ano, resultando em uma economia de 63% (já adicionado o valor investido nos kits para os colaboradores). O objetivo foi atingido ainda no primeiro quadrimestre de 2009.</span></p>
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		<title>Caminhada Solidária &#8211; neste sábado!!</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 12:29:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unimed Porto Alegre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-estar Físico]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhada Solidária]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura e Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Preventiva]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[
Não esqueça!
A Caminhada Solidária será neste sábado, dia 05/12, às 10h!
 
Sábado (dia 05/12) a Unimed Porto Alegre promoverá uma ação para clientes, médicos cooperados, colaboradores e comunidade local. Com saída marcada às 10h, diante da sede da Cooperativa (Av. Venâncio Aires, 1040), a 1º Caminhada Solidária tem bons motivos para acontecer. Além de ser uma forma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><span style="color: #ff6600"><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/12/Caminhada-Solidaria.JPG"><img class="alignnone size-full wp-image-469" src="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/12/Caminhada-Solidaria.JPG" alt="Caminhada Solidaria" width="450" height="373" /></a></span></p>
<p><span style="color: #ff6600">Não esqueça!</span></p>
<p><span style="color: #ff6600">A Caminhada Solidária será neste sábado, dia 05/12, às 10h!</span></p>
<p><span style="color: #ff6600"> </span></p>
<p><span style="color: #ff6600">Sábado (dia 05/12) a Unimed Porto Alegre promoverá uma ação para clientes, médicos cooperados, colaboradores e comunidade local. Com saída marcada às 10h, diante da sede da Cooperativa (Av. Venâncio Aires, 1040), a 1º <em>Caminhada Solidária</em> tem bons motivos para acontecer. Além de ser uma forma de cuidar da saúde, a atividade visa contribuir para tornar o Natal de centenas de crianças mais feliz.</span></p>
<p><span style="color: #ff6600"><img src="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /><span id="more-465"></span></span></p>
<p><span style="color: #ff6600">Participe! Os interessados devem entregar um brinquedo na hora da inscrição, que ocorrerá a partir das 9h. Em troca, receberão um brinde da Unimed Porto Alegre. A arrecadação será destinada aos projetos sociais da Cooperativa. O percurso, de aproximadamente uma hora, será pelo Parque Farroupilha (Redenção).</span></p>
<p><span style="color: #ff6600">Informações: 3316.4686 e 3316.4923</span></p>
<p><a href="mailto:medicinapreventiva@unimedpoa.com.br"><span style="color: #ff6600">medicinapreventiva@unimedpoa.com.br</span></a></p>
<p><span style="color: #ff6600"> </span></p>
<p><span style="color: #ff6600">* Em caso de chuva, a caminhada solidária será transferida.</span></p>
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		<title>O que você tem feito por você?</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 13:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unimed Porto Alegre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca]]></category>
		<category><![CDATA[FIB]]></category>
		<category><![CDATA[IBE]]></category>
		<category><![CDATA[Matéria]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[
Repórter especial, faz parte da equipe de ÉPOCA desde o lançamento da revista, em 1998. Escreve sobre medicina há 14 anos e ganhou mais de 10 prêmios nacionais de jornalismo
Fiz uma promessa no último Reveillon: 2009 seria o ano do bem-estar. Jurei tentar equilibrar as várias seções da minha vida sem deixar nenhuma delas perder [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><span style="color: #008000"><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/12/Espiritualidade1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-454" src="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/12/Espiritualidade1.jpg" alt="Espiritualidade" width="448" height="336" /></a></span></p>
<p style="text-align: left"><span style="color: #800000">Repórter especial, faz parte da equipe de ÉPOCA desde o lançamento da revista, em 1998. Escreve sobre medicina há 14 anos e ganhou mais de 10 prêmios nacionais de jornalismo</span></p>
<p><span style="color: #800000">Fiz uma promessa no último Reveillon: 2009 seria o ano do bem-estar. Jurei tentar equilibrar as várias seções da minha vida sem deixar nenhuma delas perder o ritmo. Queria ser tão habilidosa quanto os equilibristas de pratos dos circos que não existem mais. Refleti sobre os 365 dias anteriores e concluí que os campos mais importantes (saúde, amor, maternidade, trabalho) estavam relativamente bem resolvidos. O que estava abaixo da média era o bem-estar. A apenas um mês do final do ano, posso dizer que cumpri a promessa.</span></p>
<p><span style="color: #800000"><span id="more-453"></span></span></p>
<p><span style="color: #800000">Bem-estar é um termo de difícil definição, genérico demais. Os fatores que produzem essa sensação variam imensamente de uma pessoa para outra. Para mim, o bem-estar sempre esteve associado à atividade física. Sempre gostei de mexer o corpo. Quando era criança, fazia balé clássico e natação. Com exceção dos anos indisciplinados de faculdade e dos primeiros passos no jornalismo, nunca mais deixei de praticar algum tipo de exercício. No ano passado, porém, a atividade física que vinha fazendo estava abaixo das minhas necessidades. Meu corpo e minha cabeça reclamaram.   </span></p>
<p><span style="color: #800000">Em 2009, levei a academia a sério. E descobri o Pilates, que tem rendido ótimos “micromegamomentos” de prazer. Escrevi recentemente sobre o valor desses pequenos prazeres. Pela reação entusiasmada dos leitores, percebi que a maioria valoriza o bem-estar e é capaz de criar oportunidades para que ele exista. Sabemos que, por mais adversos que sejam os fatores externos, somos os únicos responsáveis por nossa felicidade. Por isso, resolvi voltar ao tema.</span></p>
<p><span style="color: #800000">É difícil, para mim, conseguir sentir bem-estar sem movimentar o corpo. Mas essa é uma visão parcial. Bem-estar é muito mais do que isso. Nos últimos anos, pesquisas realizadas em vários países buscaram determinar o Índice de Bem-Estar (IBE) ou a Felicidade Interna Bruta (FIB) da população.</span></p>
<p><span style="color: #800000">Um dos líderes que defendem esses estudos é o presidente francês Nicolas Sarkozy. Ele está à frente de um movimento de revisão dos parâmetros que indicam o grau de desenvolvimento social de uma nação. Os especialistas afirmam que, sozinho, o Produto Interno Bruto (PIB) não é capaz de refletir a qualidade de vida da população.</span></p>
<p><span style="color: #800000">Os indicadores de bem-estar e felicidade parecem oferecer um diagnóstico mais fidedigno das reais condições de vida. Isso porque eles procuram alcançar e quantificar bens que são mais valiosos do que a própria riqueza.</span></p>
<p><span style="color: #800000">A maior dificuldade, porém, é criar ferramentas de pesquisa capazes de medir ingredientes da vida que tantas vezes são expressos por sensações subjetivas.</span></p>
<p><span style="color: #800000">Conversei sobre isso nesta semana com Julio Wilasco, superintendente da Unimed Porto Alegre. A empresa de plano de saúde lançou um Índice de Bem-Estar (IBE). O trabalho foi feito pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.</span></p>
<p><span style="color: #800000">O índice compreende doze dimensões que cobrem esferas relevantes da vida de um indivíduo, de acordo com a percepção de médicos, sociólogos, nutricionistas, psicólogos e profissionais de educação física. Os ingredientes do bem-estar são:</span></p>
<p><span style="color: #800000">* Bem-estar físico</span></p>
<p><span style="color: #800000">* Convívio social</span></p>
<p><span style="color: #800000">* Relação com trabalho</span></p>
<p><span style="color: #800000">* Cultura e lazer</span></p>
<p><span style="color: #800000">* Autonomia e liberdade (financeira, psicológica ou física)</span></p>
<p><span style="color: #800000">* Meio ambiente</span></p>
<p><span style="color: #800000">* Hábitos alimentares</span></p>
<p><span style="color: #800000">* Bem-estar psicológico</span></p>
<p><span style="color: #800000">* Espiritualidade</span></p>
<p><span style="color: #800000">* Acesso básico (condições de acesso à saúde, à segurança e ao transporte)</span></p>
<p><span style="color: #800000">* Governo</span></p>
<p><span style="color: #800000">* Avaliação da vida (o que somos na vida; como chegamos até aqui; para onde iremos?)</span></p>
<p><span style="color: #800000">A pesquisa da Unimed foi realizada na região metropolitana de Porto Alegre e no litoral norte do Rio Grande do Sul. Participaram do estudo 1.455 pessoas com diferentes níveis de escolaridade, idade média de 40 anos e renda familiar de R$ 572 a mais de R$ 14 mil mensais.</span></p>
<p><span style="color: #800000">O trabalho revelou que o fator mais importante para a sensação de bem-estar dos moradores de Porto Alegre é o bem-estar psicológico. Além de valorizar essa dimensão, a maioria dos participantes está satisfeita nesse quesito. A nota média para o bem-estar psicológico foi 72,6 (numa escala de 0 a 100).</span></p>
<p><span style="color: #800000">Confira o ranking dos fatores mais importantes para o bem-estar, segundo os moradores de Porto Alegre, e suas respectivas notas médias:</span></p>
<p><span style="color: #800000">1 ) Bem-estar psicológico: 72,6<br />
2 ) Avaliação da vida: 73,3<br />
3 ) Convívio social: 76,3<br />
4 ) Hábitos alimentares: 69,1<br />
5 ) Relação com o trabalho: 72,2<br />
6 ) Autonomia e liberdade: 79,5<br />
7 ) Cultura e Lazer: 62,8<br />
8 ) Acesso básico: 64,3<br />
9 ) Bem-estar físico: 66,7<br />
10 ) Espiritualidade: 83,8<br />
11 ) Meio ambiente 62,4<br />
12 ) Governo: 20,3</span></p>
<p><span style="color: #800000">O que você tem feito pelo seu bem-estar? Quantas vezes neste ano criou oportunidades para ser feliz? “A felicidade é um fenômeno predominantemente subjetivo. Está subordinada mais a traços de temperamento e postura perante a vida do que a fatores determinados externamente”. Essa é a conclusão de uma revisão de estudos científicos sobre felicidade realizada pela psiquiatra Renata Barboza Ferraz e outros dois colegas.</span></p>
<p><span style="color: #800000">O texto lembra que antes do filósofo grego Sócrates, acreditava-se que a felicidade dependia dos desígnios dos deuses. Essa concepção religiosa da felicidade imperou durante muitos séculos e em diferentes culturas. No século IV antes de Cristo, Sócrates inaugura um paradigma a partir do qual buscar ser feliz é uma tarefa de responsabilidade do indivíduo.</span></p>
<p><span style="color: #800000">Tenho plena consciência de que minha felicidade e meu bem-estar dependem de mim. É muito fácil culpar o chefe, o marido, o governo, o mundo pelo nosso infortúnio quando fechamos os olhos e o coração para as pequenas felicidades cotidianas.</span></p>
<p><span style="color: #800000">Minha experiência</span></p>
<p><span style="color: #800000">Em 2009, enfrentei longas madrugadas de trabalho. Fiquei sem dormir e sem comer. Mas aprendi a compensar. A tirar o pé do acelerador quando isso é possível. E a aproveitar as felicidades miúdas.</span></p>
<p><span style="color: #800000">Fui extremamente feliz terça-feira à noite. Consegui chegar a tempo à minha aula semanal de Pilates. Deslizei sobre a bola suíça com o abdome apoiado sobre a superfície emborrachada. Apoiei os dois braços no chão, com as mãos esticadas à frente da cabeça. Meu corpo formou uma linha diagonal perfeita quando ergui as duas pernas em direção ao teto.</span></p>
<p><span style="color: #800000">Há algumas semanas esse exercício saía todo desengonçado. Na terça, vivi a glória do movimento exato. Senti um enorme prazer quando percebi que era capaz de ficar perfeitamente equilibrada sobre a bola graças ao controle de meu abdome. Ainda sou café com leite nessa história de Pilates e tenho muitos desafios pela frente. Mas foi maravilhoso ter inventado desafios num campo totalmente desconhecido.</span></p>
<p><span style="color: #800000">Continuo tentando me superar como profissional, como mãe, como companheira. Mas quando entro naquela sala de aula desligo todos esses canais. Durante duas horas, tenho olhos só para mim. É o meu momento. Um momento que me faz feliz e me ajuda a viver todos os outros do jeito que merecem ser vividos.</span></p>
<p><span style="color: #800000"> </span></p>
<p><em><span style="color: #800000">Fonte: Revista Época &#8211; Edição Online &#8211; 30 de novembro de 2009</span></em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Qual o seu índice de felicidade?</title>
		<link>http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/2009/11/27/qual-o-seu-indice-de-felicidade/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 12:20:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unimed Porto Alegre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca]]></category>
		<category><![CDATA[Índice de felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade Interna Bruta]]></category>
		<category><![CDATA[FIB]]></category>

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		<description><![CDATA[Satisfação e bem-estar valem tanto quanto o dinheiro para o sucesso de uma sociedade. Por isso, governos e empresas começam a medir a Felicidade interna Bruta das pessoas, um novo instrumento para traçar políticas públicas e administrativas

 
Você é feliz? Em algum momento, todos nós já tivemos de responder a essa pergunta, feita por amigos íntimos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Satisfação e bem-estar valem tanto quanto o dinheiro para o sucesso de uma sociedade. Por isso, governos e empresas começam a medir a Felicidade interna Bruta das pessoas, um novo instrumento para traçar políticas públicas e administrativas</span></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/11/Familia1.jpg"><img class="size-full wp-image-428     aligncenter" src="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/11/Familia1.jpg" alt="Familia1" width="448" height="332" /></a></p>
<p style="text-align: center"> </p>
<p>Você é feliz? Em algum momento, todos nós já tivemos de responder a essa pergunta, feita por amigos íntimos, familiares e, às vezes, por nós mesmos. Em breve, porém, será comum ouvir essa complicada questão de recenseadores governamentais e profissionais de recursos humanos. É que a felicidade já pode ser medida e autoridades e especialistas de todo o planeta, inclusive no Brasil, estudam como transformá-la em indicador capaz de determinar políticas públicas e relações corporativas. A tendência, que põe a praticidade dos resultados financeiros em segundo plano e a complexa subjetividade do bem-estar social em primeiro, tem adeptos de peso.</p>
<p><span id="more-439"></span></p>
<p>O presidente francês, Nicolas Sarkozy, é um deles. Em batalha contra o que chama de &#8220;culto ao mercado&#8221; e aos resultados econômicos positivos a qualquer custo, ele apoia a revisão dos indicadores que determinam o que é desenvolvimento. &#8220;Uma revolução nos aguarda&#8221;, disse o governante, sobre a perspectiva de mudança dos referenciais que medem o progresso.</p>
<p>Desde 2008 Sarkozy encabeça o movimento pela revisão dos parâmetros usados para medir o desenvolvimento de uma sociedade. Foi ele quem criou uma comissão com estrelas da economia, como o Prêmio Nobel de 2001, o americano Joseph Stiglitz, além de cientistas sociais e matemáticos, para avaliar as deficiências de um dos índices de desenvolvimento menos plurais, mas mais usados no mundo: o Produto Interno Bruto (PIB).</p>
<p>Ao final dos estudos, em setembro, chegou-se à conclusão de que o PIB, a soma de tudo que é produzido em um país durante um ano, tinha pontos cegos impossíveis de ignorar. O maior deles era medir a riqueza sem levar em conta um dos principais objetivos de vida de boa parte dos seres humanos: ser feliz e não necessariamente rico.</p>
<p><strong>&#8220;Alguns dos fatores que fazem a vida valer a pena não estão à venda nem podem ser contabilizados com instrumentos monetários&#8221;</strong>, concluiu Stiglitz e sua equipe no relatório final do estudo, que soma mais de 200 páginas. Mas, se o documento condena o PIB, qual índice ele propõe? Afinal, quais seriam esses &#8220;fatores que fazem a vida valer a pena&#8221;? Existe mesmo algum jeito de medi-los?</p>
<p>A resposta está encravada entre a Índia e a China, no limite oriental das Cordilheiras do Himalaia, no reino do Butão. Lá, em 1972, o rei Jigme Singye Wangchuck, ao assumir o trono deixado por seu falecido pai, resolveu criar um método para medir a felicidade de seus 600 mil súditos. Para isso, ele abriu o Centre for Bhutan Studies e se empenhou na elaboração de um questionário que, literalmente, mediria a felicidade da população butanesa. Foi o marco zero do que viria a ser chamado de iniciativa &#8220;Gross National Happiness&#8221;, ou Felicidade Interna Bruta (FIB).</p>
<p>&#8220;É um projeto bastante objetivo&#8221;, diz a senadora Marina Silva (PV-AC), um dos palestrantes na abertura da 5ª Conferência Internacional do FIB, que discutiu o assunto e suas aplicações no Brasil e no mundo em Foz do Iguaçu, no Paraná. &#8220;Não estamos falando de sair medindo qualquer coisa de forma abstrata, romântica e subjetiva. Eles criaram um método&#8221;, diz ela.</p>
<p><span> </span> </p>
<p>Você gosta da sua vida? Você tem perdido o sono por ansiedade? Você conversa com seus filhos? Você conhece as lendas de seu povo e a história de seus antepassados? Você recicla? Essas são algumas das mais de 270 questões organizadas em nove grandes pilares que hoje compõem o recheado questionário butanês para diagnosticar a Felicidade Interna Bruta do reino.</p>
<p>Desde os anos 70, os levantamentos do FIB substituíram todas as pesquisas locais e é a partir da discussão de seus resultados que se estabelecem uma agenda pública e o ritmo dos investimentos econômicos no país. &#8220;Com exceção da renda, o questionário aborda todos os aspectos da vida do cidadão&#8221;, disse Tshokey Zangmo, pesquisadora do Centre for Bhutan Studies. Mas abordar os interesses e angústias de uma população de 600 mil pessoas que vivem no Himalaia é uma coisa. De 191 milhões, como é o caso do Brasil, é outra bem diferente.</p>
<table border="0" cellpadding="4" width="618" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: medium">Dinheiro</span></strong><br />
<span style="font-size: medium">Investir no que dá prazer é tão relevante quanto planejar a segurança financeira para o futuro</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>É aí que entram as experiências para adaptar o índice FIB à realidade brasileira. No País, existem algumas tentativas de adequação. A empresa Icatu-Hartford, por exemplo, que vende e administra fundos de investimento e planos de previdência, foi uma das primeiras a criar uma versão do teste no Brasil. Eles montaram um questionário se baseando em quatro grandes pilares conceituais &#8211; corpo, mente, bolso e mundo. &#8220;Nossa intenção não era fazer um teste definitivo de felicidade&#8221;, explica Aura Rabelo, diretora de marketing da empresa e uma das idealizadoras do projeto.</p>
<table border="0" cellpadding="4" width="618" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: medium">Mundo</span><br />
</strong><span style="font-size: medium">Aumentar o contato com a natureza ajuda na percepção da importância de um meio ambiente em equilíbrio</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Segundo ela, a ideia foi criar uma versão do teste butanês para ajudar as pessoas a repensarem suas vidas. Colocado no site da empresa, o questionário tem recebido uma média de 180 mil visitas mensais, com muitos participantes voltando para registrar a evolução de seus índices de felicidade. &#8220;Com o teste, queremos deixar uma pergunta no ar: adianta aprender a ser um profissional eficiente e bem-sucedido se o preço disso é desaprender a ser feliz?&#8221;, teoriza Aura.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/11/Istoe_anexo0.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-429" src="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/11/Istoe_anexo0-150x150.jpg" alt="Istoe_anexo0" width="150" height="150" /></a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>PIONEIRO Em 1972, o então rei do Butão, Jigme Singye Wangchuck, criou uma fórmula para medir o bemestar de seus 600 mil súditos. Nascia o FIB</strong></p>
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<p>De certa forma é essa mesma pergunta que a psicóloga e antropóloga americana Susan Andrews, coordenadora da Organização Não Governamental (ONG) Instituto Visão Futuro, tem feito. Com a diferença de que a instituição que ela coordena se muniu de vários instrumentos para ajudar a respondê-la. De uma ecovila em Itapetininga, no interior de São Paulo, ela comanda um exército de voluntários espalhados por empresas, universidades e centros de estudo na corrida para criar o primeiro questionário brasileiro da felicidade.</p>
<p>Considerada a embaixadora do FIB no Brasil, Susan tem contato direto com representantes internacionais do reino de Butão e é a idealizadora da 5ª Conferência Internacional do FIB. &#8220;Nossa ideia é montar um teste completo e único para todo o País, que tenha uma margem de erro inferior a 5%&#8221;, diz Susan. Apesar do rigor com a elaboração do questionário, a psicóloga entende que ele é apenas uma pequena parte do conceito do FIB. Para Susan, o trunfo desse tipo de medida é que ela não se esgota em um número, como acontece com o PIB. A riqueza da experiência também está na mobilização para aplicação das questões, por exemplo. &#8220;O que podia parecer secundário, que é preparar e discutir os resultados do questionário, ganhou importância durante a execução dos projetos piloto&#8221;, afirma.</p>
<p><strong>Até agora, Susan e sua equipe contam três projetos piloto que usaram versões preliminares do questionário e da filosofia do FIB.</strong> O primeiro e mais amplo aconteceu em um bairro periférico de Campinas, no interior de São Paulo, chamado Campo Belo I. Lá, a aplicação do teste em 439 moradores trouxe revelações inusitadas sobre a felicidade de quem vive à margem da linha de pobreza. Campo Belo não tem asfalto, rede de esgoto, lazer, nem escolas suficientes. Até recentemente, não tinha posto de saúde.</p>
<p>Mas mesmo com tantas carências, 64% dos habitantes do bairro se consideram felizes. Por quê? Entre os fatores que explicam a satisfação estão o grau de solidariedade, o bom relacionamento entre as famílias e o alto índice de fé. &#8220;Não tenho do que reclamar&#8221;, diz Júlio Ferreira das Chagas, potiguar de 71 anos que mora há 35 em Campo Belo I com a mulher, Luiza Ismael Ferreira. Na casa clara e ampla cercada por flores em que moram, filhos e netos se reúnem para animados churrascos. E Júlio se sente satisfeito. &#8220;Fui acolhido quando me mudei, fiz a minha parte e sinto que me dei bem&#8221;, afirma.</p>
<p> </p>
<p>Mas não é só em ambientes como o Campo Belo I que o teste faz importantes revelações. Distante dali e em realidade oposta organizou-se o segundo projeto de utilização do questionário FIB. Dessa vez no universo empresarial, em parceria com a indústria de cosméticos Natura. &#8220;Sabemos que quem trabalha feliz é mais produtivo, então desenvolvemos uma versão do FIB para empresas&#8221;, diz Vicente Gomes, responsável pela divulgação da vertente corporativa do conceito. Ele conta que, nessa situação, há dois FIBs testáveis &#8211; o EndoFIB e ExoFIB. O primeiro trata da felicidade entre funcionários, enquanto o segundo se concentra na felicidade de quem é cliente.</p>
<p>Na Natura, a experiência foi de EndoFIB e envolveu 50 funcionários voluntários. &#8220;Foram cinco reuniões de mais de cinco horas cada uma, realizadas durante o expediente&#8221;, lembra a ouvidora da Natura, Estelita Thiele, que participou da iniciativa. Nos primeiros três encontros, que aconteceram no mês passado, Susan explicou a proposta geral do projeto para só depois aplicar o questionário, com 72 perguntas. Hoje a Natura está em fase de debate das conclusões. &#8220;Poder medir a eficiência de valores subjetivos é muito importante para nós&#8221;, diz Marcelo Cardoso, vice-presidente da empresa. &#8220;A felicidade dos nossos colaboradores sempre foi importante, agora vamos descobrir maneiras de aumentá-la.&#8221; Segundo ele, o piloto foi tão bem que a empresa estuda a possibilidade de, já em 2010, montar uma versão da experiência para seus seis mil colaboradores.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/11/Istoe_anexo1.jpg"></a></p>
<p><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/11/Istoe_anexo11.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-447 aligncenter" src="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/11/Istoe_anexo11.jpg" alt="Istoe_anexo1" width="688" height="950" /></a> </p>
<p>O tipo de preocupação que Cardoso tem com seus funcionários é parecido com o que o prefeito de Itapetininga, Roberto Ramalho (PMDB-SP), parece demonstrar com seus munícipes. Foi na cidade que a terceira e última experiência do FIB no Brasil aconteceu. O exercício, fruto de parceria entre o município e o Instituto Visão Futuro, é a menina dos olhos de Ramalho. Entusiasta de índices alternativos, o executivo já havia feito uma avaliação do bem-estar da população de 150 mil habitantes de Itapetininga em 2008.</p>
<p>Com testes baseados em 40 indicadores, distribuídos em sete categorias, ele tem usado os resultados para criar políticas públicas mais eficientes. &#8220;Quando fomos apresentados ao FIB, percebemos, de cara, que ele tinha tudo a ver com a nossa administração&#8221;, afirma Ramalho. Na cidade, o questionário foi adaptado e aplicado por adolescentes de escolas públicas em seus respectivos bairros. Cerca de 400 pessoas foram ouvidas. &#8220;Achamos que conseguimos respostas mais honestas e completas quando colocamos gente da própria comunidade para conduzir o levantamento&#8221;, explica Susan.</p>
<p>Mas depender da comunidade para uma parte tão nevrálgica do exercício do FIB revela alguns limites do conceito. Ao que tudo indica, até o momento ainda não foi criada uma metodologia para aplicar o teste e discutir seus resultados em escala municipal, estadual e muito menos federal. &#8220;O FIB ainda é uma ferramenta de mobilização local&#8221;, reconhece Susan. Transportá-lo para uma escala maior exigirá um pesado investimento na capacitação de um novo tipo de recenseador, apto a perguntar o que os questionários propõem. &#8220;Estamos felizes com a relevância que o FIB ganhou&#8221;, revela Tshokey, do Centre for Bhutan Studies. &#8220;Mas ainda precisamos criar um conjunto de indicadores fortes o suficiente para dar conta do diagnóstico em grandes populações.&#8221;</p>
<p><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/11/Istoe_anexo2.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-431" src="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/11/Istoe_anexo2-150x150.jpg" alt="Istoe_anexo2" width="150" height="150" /></a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>SAÚDE</strong><br />
<span style="font-size: medium">Sentir-se bem fisicamente é essencial para estar saudável emocionalmente. Vitalidade também é felicidade</span></p>
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<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A crise financeira que correu o mundo entre 2008 e 2009 aumentou o interesse por novos termômetros sociais e econômicos. E isso pode acelerar a adoção do FIB em larga escala. </strong>Na Universidade de Campinas (Unicamp), por exemplo, a professora de linguística aplicada Salette Aquino, vinculada ao projeto comunitário Sonha Brandão, criou uma disciplina para discutir o assunto. Ela recebeu matrículas de matemáticos, cientistas sociais e até alunos de educação física.</p>
<p>A causa foi abraçada pela PróReitoria de Extensão e Assuntos Comunitários, presidida por Mohammed Habib. &#8220;Não podemos mais avaliar o progresso sem pesar seus custos ecológicos, sociais e até espirituais&#8221;, diz Habib. Ladislau Dowbord, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), faz coro. &#8220;De que adianta crescer a taxas fantásticas hoje, se amanhã esse crescimento vai comprometer não só nossa capacidade de continuar crescendo, mas também nossa capacidade de usufruir desse crescimento?&#8221;, questiona ele.</p>
<p>A alta na produção e seus reflexos em indicadores econômicos nem sempre são sinônimos de desenvolvimento. Dowbord lembra do emblemático caso do Alasca, em 1989, para provar sua tese. Para quem mede o desenvolvimento pelo PIB, a alta que se viu na produção do Estado americano naquele ano poderia ser entendida como sinal de vigor econômico. Longe disso. O PIB do Alasca aumentou em 1989 porque um dos maiores derramamentos de óleo do planeta aconteceu na costa do Estado e as cidades foram inundadas por trabalhadores contratados para limpar a região.</p>
<p>O índice pode até ter aumentado, mas a que preço? A longo prazo, uma série de indústrias que dependiam do mar e das costas limpas encolheram significativamente. &#8220;Se na época a felicidade das pessoas fosse medida, teríamos um retrato bem mais fiel da realidade.&#8221; É isso que se espera do FIB, um índice que não substitui o PIB, mas o complementa de maneira imprescindível.</p>
<p> </p>
<p><em>Fonte: Revista Isto É &#8211; Edição 2089 &#8211; 25 de novembro de 2009</em></p>
<p> </p>
<p>Veja o Clipping desta matéria:</p>
<p><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/11/Istoe_materia1_96.JPG" target="_blank">Pág. 96</a></p>
<p><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/11/Istoe_materia2_97.JPG" target="_blank">Pág. 97</a></p>
<p><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/11/Istoe_materia3_98.JPG" target="_blank">Pág. 98</a></p>
<p><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/11/Istoe_materia4_99.JPG" target="_blank">Pág. 99</a></p>
<p><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/11/Istoe_materia5_100.JPG" target="_blank">Pág. 100</a></p>
<p><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/11/Istoe_materia6_101.JPG" target="_blank">Pág. 101</a></p>
<p><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/11/Istoe_materia7_102.JPG" target="_blank">Pág. 102</a></p>
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		<title>“FIB determina sucesso na gestão empresarial”, afirmam especialistas</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 17:52:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unimed Porto Alegre</dc:creator>
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A aplicação do conceito de Felicidade Interna Bruta (FIB) tem influência direta no sucesso da gestão empresarial. A afirmação é consenso entre várias autoridades que participaram do painel FIB nas Empresas, promovido no sábado (21/10) à tarde, durante a 5ª Conferência Internacional Sobre Felicidade Interna Bruta.
Realizado no Hotel Rafain, em Foz do Iguaçu, pela Itaipu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/11/FIB.jpg"><img class="size-full wp-image-423 aligncenter" src="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/11/FIB.jpg" alt="FIB" width="448" height="336" /></a></p>
<p>A aplicação do conceito de Felicidade Interna Bruta (FIB) tem influência direta no sucesso da gestão empresarial. A afirmação é consenso entre várias autoridades que participaram do painel FIB nas Empresas, promovido no sábado (21/10) à tarde, durante a 5ª Conferência Internacional Sobre Felicidade Interna Bruta.</p>
<p>Realizado no Hotel Rafain, em Foz do Iguaçu, pela Itaipu Binacional, Instituto Visão Futuro e diversos parceiros, o evento contou com 450 participantes e reuniu especialistas de diferentes partes do mundo em debates e discussões sobre a implementação desse novo conceito sobre indicadores de bem-estar social, o FIB, que pode ser aplicado em países, estados, municípios e organizações de diversos portes.</p>
<p> <span id="more-424"></span></p>
<p>A conclusão do painel FIB nas Empresas é que estas obtêm resultados mais significativos se seus colaboradores são mais felizes. A felicidade do quadro organizacional é traduzida, conforme Marcelo Cardoso, vice-presidente de Desenvolvimento Organizacional da Natura, em menores custos operacionais, aumento de produção, maior engajamento, melhor desempenho, e consequente reconhecimento profissional e melhor remuneração. “Além disso, funcionários felizes apresentam maior desenvoltura em processos criativos, com ideias inovadoras”, frisou Cardoso.</p>
<p> </p>
<p>Nesse contexto, a implementação das nove dimensões do índice FIB (bem-estar psicológico, uso do tempo, vitalidade da comunidade, cultura, saúde, educação, diversidade do meio ambiente, padrão de vida e governança) nas empresas serve de ferramenta para valorizar o capital humano e, consequentemente, segundo estudos, aumentar a longevidade das companhias.</p>
<p> </p>
<p>A Natura é um exemplo de organização que adotou internamente as dimensões da FIB. Essas dimensões, segundo Vicente Gomes, consultor de Gestão da Natura, foram incorporados ao dia-a-dia dos empregados em busca de aumentar a satisfação deles no ambiente de trabalho, o rendimento, produção e os próprios resultados da empresa. “O FIB é uma forma sistêmica de integrar todos essas dimensões aplicadas pela Natura para melhorar a qualidade de vida dos nossos colaboradores”, ressaltou.</p>
<p> </p>
<p>O diretor de Coordenação e Meio Ambiente, Nelton Friedrich, disse que a empresa está familiarizada com os conceitos do FIB ao desenvolver programas socioambientais como o Cultivando Água Boa. O projeto integra a nova missão da Itaipu de promover o desenvolvimento sustentável da Bacia do Paraná 3 (bacia hidrográfica conectada ao reservatório da usina) e conscientizar empregados e colaboradores acerca de valores como o respeito, o cuidado com a natureza e com os recursos naturais, em especial a água.</p>
<p>  </p>
<p>“Esse trabalho inicia dentro da empresa, onde discutimos novos valores, novos modos de ser, sentir, produzir e consumir, e tentamos transmitir a importância da responsabilidade socioambiental de cada um”, frisou.</p>
<p> </p>
<p>Rodrigo da Rocha Loures, presidente do Sistema Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), ressaltou o novo momento das empresas, de valorização pessoal dos funcionários e do capital humano. Segundo ele, existe um incentivo por parte da Fiep para que as empresas adotem modelos como o FIB. “As organizações precisam inserir em seus planos de atuação novos conceitos que valorizem o que chamamos de artigos intangíveis, que tragam um padrão positivo de qualidade de vida dos seus colaboradores”, disse.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Produtividade</strong></p>
<p>Um estudo da Universidade de Harvard (EUA), apresentado durante a 5ª Conferência Internacional sobre FIB, demonstrou que trabalhadores com carga horária menor são mais produtivos do que aqueles que trabalham mais horas semanais. O estudo comparou a produtividade de duas empresas do mesmo setor, uma delas com 55 horas semanais e poucos dias de folga ou férias, e a outra com 40 horas semanais e mais descanso. Em quatro anos, a produtividade daqueles que trabalharam menos aumentou 5%.</p>
<p> </p>
<p>A pesquisa foi apresentada pelo norte-americano John de Graaf, que é coordenador do movimento <em>Take back your time</em> (algo como Reconquiste seu tempo, em tradução livre), que tem como objetivo combater a falta de tempo livre e o excesso de trabalho nos Estados Unidos. Ele também comparou os índices dos EUA com Dinamarca, Finlândia, Holanda e Suécia, países onde: a desigualdade salarial é a menor do mundo, se pagam os maiores impostos (mas com excelentes serviços de saúde e educação), e os turnos de trabalho são mais curtos, mas com índices de felicidade no trabalho maior.</p>
<p> </p>
<p>Em contrapartida, os norte-americanos têm piores índices de saúde ocupacional, apesar de gastarem mais com serviços nessa área. Além disso, 25% dos trabalhadores daquele país têm apenas 15 dias de férias por ano e trabalham em média 55 horas semanais.</p>
<p> </p>
<p> “Surpreendentemente, a crise financeira teve reflexos positivos: as pessoas (dos EUA) passaram a comer menos em restaurantes, estão consumindo menos álcool, se exercitam mais, compraram mais bicicletas e menos carros, estão atuando mais em trabalhos voluntários, houve redução de 21% no número de acidentes de trânsito”, afirmou de Graaf. “Temos de aprender a dizer não! É importante trabalhar duro e se esforçar, mas sem esquecer do que realmente tem valor, que é preservar a vida pessoal e ser feliz. Isso é possível”, concluiu.</p>
<p> </p>
<p><em>Fonte: Itaipu Binacional</em></p>
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