10
jun.2011

Típicos ingredientes da culinária brasileira, a dupla oferece razões suficientes para fazer parte do seu prato diariamente

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A boa e popular combinação arroz e feijão é capaz de despertar o nobre sentimento de saudade quando se está longe do Brasil. Um dos principais carros-chefe da culinária brasileira abre o apetite de muitas pessoas que não passam um dia sem colocá-lo no prato e ainda é uma escolha definida por muitos especialistas como perfeita do ponto de vista nutricional.

Apesar disso, os brasileiros parecem estar comendo menos feijão. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, de 2006 para 2009, seu consumo passou de 71,9% para 65,8%. Se essa redução for uma tendência, a população estará abrindo mão de um alimento rico em vitaminas, sais minerais, proteína e fibras, para, muitas vezes, substituí-lo por refeições rápidas, ricas em gorduras e com poucos nutrientes.

Juntos, o arroz e o feijão ajudam a equilibrar o índice glicêmico, já que o arroz pode fazer as taxas de açúcar e insulina na circulação sanguínea dispararem e o feijão reduz esse efeito. Também atuam na prevenção da anemia, na reparação de tecidos do organismo e na regulação do trânsito intestinal. Segundo a Embrapa, o par oferece quase todos os aminoácidos necessários pelo organismo, pois o arroz possui aminoácidos que o feijão não tem e vice-versa.

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Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed do Brasil

6
jun.2011

Pesquisas revelam que crianças que fazem refeições com a família se alimentam melhor

 

Muitas crianças e adolescentes adoram comer o que os pais chamam de “porcarias”, que são os alimentos com calorias vazias, pouco ou nada nutritivos. Incentivá-los a fazerem as refeições em família pode ajudá-los a terem uma dieta mais saudável.

Além de fortalecer os laços e reunir a família, este hábito é benéfico também para a saúde. Uma pesquisa divulgada pelo jornal da Academia Americana de Pediatria, o Pediatrics, mostrou que fazer pelo menos três refeições por semana com a família ajuda a reduzir a obesidade nas crianças e afastar os adolescentes do risco de anorexia e bulimia.O estudo acompanhou os hábitos alimentares de 182.839 crianças e adolescentes e revelou uma redução de 20% no consumo de alimentos ricos em calorias pelo grupo que costumava almoçar ou jantar com a família.

Outros estudos realizados pelas Universidades de Minnesota, Harvard e Rutgers constatou que os adolescentes que fazem regularmente refeições com os pais comem mais frutas, vegetais e alimentos ricos em cálcio e vitaminas e consomem menos alimentos de baixo valor nutritivo.

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Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed do Brasil

11
mai.2011

Responda ao teste e verifique seus conhecimentos sobre vários aspectos da alimentação, obesidade e sobrepeso

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Clique aqui para fazer o teste

 

 

Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed do Brasil

16
mar.2011

Confira exemplos de alimentos que são fontes de cálcio

 

Em todas as fases da vida, o organismo humano necessita de diversos minerais encontrados nos alimentos. Um deles é o cálcio, que é o principal mineral presente nos ossos e dentes e é fundamental para a manutenção das funções dos músculos e neurônios.

Durante a infância e adolescência, deve-se prestar atenção especial à ingestão do cálcio, que é fundamental para o crescimento e desenvolvimento ósseo. A tabela* a seguir apresenta alguns exemplos de alimentos e a quantidade de cálcio que pode ser obtida deles.

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* O conteúdo da tabela foi retirado do livro Filhos – de 2 a 10 anos de idade, dos pediatras da Sociedade Brasileira de Pediatria.

 

 

Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed do Brasil

7
fev.2011

Está em dúvida sobre qual das delícias escolher? Compare os nutrientes e decida-se!

 

Se você não resiste à tentação do chocolate, saiba que existem algumas diferenças nutricionais entre o meio amargo e o ao leite que podem fazer você pensar melhor antes de saborear o primeiro pedaço.

Além de apresentar menor quantidade de colesterol, o tipo meio amargo possui, por exemplo, mais potássio – nutriente que participa do metabolismo de carboidratos e da síntese protéica.

Já o chocolate ao leite tem mais cálcio, que é importante para a manutenção da integridade dos ossos.

Conheça melhor algumas dessas diferenças e decida qual das delícias você vai preferir!

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10
jan.2011

veraoMais um verão está começando e é na estação mais quente do ano que alguns cuidados são exigidos. O calor e os dias ensolarados são um convite para sair de casa, levar os filhos para passeios ao ar livre, se refrescar na praia, entre tantas outras coisas para se fazer nesta época. Clique aqui e confira tudo que você precisar saber para curtir o verão sem surpresas.

 

Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed do Brasil

5
jan.2011

Confira na tabela qual a necessidade diária recomendada para ingestão de proteínas, vitaminas e minerais

Ingestão Diária Recomendada (IDR) é a quantidade de proteína, vitaminas e minerais que deve ser consumida diariamente para atender às necessidades nutricionais da maior parte dos indivíduos e grupos de pessoas de uma população sadia. As pessoas que possuem restrição alimentar devem seguir a dieta passada pelo médico.

A tabela abaixo foi retirada do site da Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa). Para saber quais os alimentos são boas fontes de proteínas, vitaminas e minerais citados na tabela, confira abaixo.

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27
dez.2010

estrela do mar

A estação mais quente do ano requer alguns cuidados especiais. Confira, abaixo, algumas dicas elaboradas pela Unimed Porto Alegre para que você enfrente o verão com toda a tranqüilidade.

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24
dez.2010

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Várias opções de receitas e alimentos garantem a ceia de quem não pode consumir os itens mais tradicionais

Natal é época de reunir a família e celebrar a data com diversos pratos e receitas. No entanto, nem todas as pessoas podem desfrutar dos alimentos que compõem as ceias mais tradicionais dessa data, por problemas de saúde. Isso, no entanto, não é motivo para ninguém ficar de fora da comemoração, pois há várias possibilidades para criar ceias mais personalizadas, que contemplam as necessidades de cada um.

Para quem não quer ou não pode consumir alimentos muito gordurosos e precisa cuidar do coração, a Sociedade Brasileira de Cardiologia disponibiliza em seu site algumas receitas mais saudáveis para as festas, como:
Medalhões de filé ao purê de maçãs com mel e canela
Peito de frango com iogurte e damasco
Arroz à jardineira
Pudim com molho de damasco

 

Cada um pode criar receitas para uma ceia que atenda melhor à sua saúde, paladar e crenças. Além de permitir que todos participem da celebração, a janta ganha um toque mais pessoal e criativo. Se houver dúvidas sobre quais alimentos pode ser incluído na refeição, é necessário consultar o médico para esclarecer todas as dúvidas.

 

Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed do Brasil

8
dez.2010

Alguns alimentos podem burlar o mecanismo que envia mensagem de saciedade ao cérebro

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Vai um petisquinho aí? Depende. Se for uma daquelas comidas salgadinhas com formatos geométricos variados, não vai um, vão muitos. Simplesmente porque é muito difícil comer apenas uma batata frita e saborear uma pipoquinha e dizer chega. Essa vontade de comer mais também costuma aparecer com outros alimentos, que conseguem interferir nas mensagens enviadas ao cérebro.

De acordo com pesquisadores, alguns alimentos possuem certas características que podem levar as pessoas a comerem mais, pois alteram a excreção de hormônios ligados ao apetite e à saciedade. Isso acontece principalmente com alimentos ricos em gordura saturada e os feitos com carboidratos refinados. Por isso, é importante não se deixar levar apenas pela sensação de saciedade para parar de comer, mas usar também o bom senso e ser moderado nas refeições.

Veja exemplos de alimentos que tendem a dar mais vontade de comer:
• pipoca;
• batata frita;
• sorvete;
• refrigerante;
• pães brancos;
• fast food;
• refinados;
• chocolates e outros doces.

A vontade de comer mais, no entanto, é também uma questão comportamental. Além da facilidade de ingeri-los, esses alimentos também têm um apelo visual e de sabor grandes, o que faz muita gente não resistir de saboreá-los em quantidades exageradas. Consumir esses alimentos em excesso pode facilitar o ganho de peso e ainda ser um risco para a saúde.

 

Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed do Brasil

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