28
dez.2011

A gravidez é um período único na vida de toda mulher. Num momento importante como na hora do parto, evite correrias de última hora. Prepare com antecedência sua bagagem com objetos de uso pessoal, vestuário para você e para o bebê. E não se esqueça de toda a documentação exigida também.

Após o nascimento, lembre-se que o aleitamento é muito importante para mãe e filho: ele ajuda o corpo a voltar mais rapidamente ao normal e tem todos os benefícios que a criança precisa para seu crescimento.

Quer saber mais sobre gestação e aleitamento materno? No segundo episódio da nossa websérie, você vai conhecer a história de Shegerad, de 41 anos, e de Rafaela, com poucos dias de vida. O vídeo traz um pouco da história do nascimento da Rafaela com dicas para as futuras mamães, antes, durante e depois do parto. Clique e assista!

10
ago.2011

Dúvidas e receios fazem parte da adaptação à nova rotina de responsabilidades e cuidados com o recém-nascido

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Chegar em casa, pela primeira vez, com o filho recém–nascido no colo é um momento que envolve várias emoções, como alegria e também ansiedade com as novas responsabilidades. Apesar de os pais terem se preparado durante a gravidez para esta ocasião, a primeira semana do bebê em casa pode gerar dúvidas e receio sobre os cuidados que ele deve receber.

O primeiro banho, a rotina de amamentar e as noites em claro são situações que vão exigir muita atenção dos pais para colocar em prática tudo o que leram e aprenderam durante a espera pelo bebê. Aos poucos, isso tende a ficar mais fácil e natural, com os pais adaptados à nova rotina e mais confiantes sobre o comportamento da criança. Algumas dicas podem ajudá-los nessa adaptação:

 

 

  * seja educado com quem dá palpites, mas esclareça todas as dúvidas com o pediatra e deixe claro que vai seguir o que o médico disser;
   * programe-se para cuidar do bebê em tempo integral;
   * amamente sentada e não durma enquanto amamenta;
   * siga as orientações para a hora do banho. Muitas mães têm medo de que o bebê escorregue na banheira, mas aos poucos conseguem se acostumar com a atividade e fazê-la com mais confiança;
  * não se assuste com a coloração verde-escura do primeiro cocô e da consistênca pegajosa. Em breve, o intestino vai se normalizar; 
  * evite sair para passear com o bebê ainda na primeira semana; 
  * tente identificar a causa do choro e mantenha a calma. O choro pode ser motivado por várias razões, como sede, fome, frio, calor, necessidade de atenção e carinho. Na dúvida, descreva o choro ao pediatra e pergunte o que fazer; 
  * aceite ajuda.

 

 

As mães também devem descansar para se recuperar adequadamente do parto e ter disposição para os cuidados com o filho. Por isso, é recomendado que elas coincidam seu momento de repouso com os períodos de sono do bebê.

 

 

Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed do Brasil

3
ago.2011

Campanha convoca sociedade a apoiar mulher que amamenta e incentiva o aleitamento materno exclusivo nos primeiros seis meses do bebê

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Em virtude da Semana Mundial da Amamentação, o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria lançaram uma campanha com o tema “Apoie a mulher que amamenta. Seja um amigo do peito”. Um dos objetivos da iniciativa, este ano, é chamar a atenção para a importância da mobilização social em favor das mães, para que elas tenham condições de amamentar seus filhos. A Semana Mundial da Amamentação ocorre de 1 a 7 de agosto.

A campanha também incentiva o aleitamento materno exclusivo nos primeiros seis meses de vida do bebê, o que é uma recomendação da Organização das Nações Unidas (OMS). Dados de 2008 do Ministério da Saúde mostram que o tempo médio de aleitamento materno exclusivo no Brasil é de 54 dias.

 

Benefícios
O aleitamento materno é benéfico tanto para a mãe quanto para o bebê, pois, além de fortalecer o vínculo natural entre a mãe e a criança, ainda é, de acordo com o Ministério da Saúde, a intervenção mais econômica e eficaz para diminuir a morbimortalidade infantil. Confira outros benefícios que a amamentação proporciona:

Ajuda a proteger o bebê de doenças como diarreias e alergias;

nutre a criança, sendo o leite materno o único alimento necessário nos primeiros seis meses de vida. Após esse período, é necessário incluir outros alimentos à dieta do bebê e manter o leite materno até os dois anos ou mais;

ajuda o útero da mãe a recuperar seu tamanho normal após o parto e a diminuir o risco de hemorragia e anemia;

ajuda a mãe a perder peso mais rapidamente após o parto.

 

 

Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed do Brasil

2
ago.2010

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Estado realiza II Seminário de Amamentação Infantil

O Governo do Estado do Rio Grande do Sul promove no próximo dia 4 de agosto, o II Seminário Estadual da Semana Mundial da Amamentação – Dez Passos para um Mundo Amigo da Criança. O objetivo é melhorar os índices de amamentação e qualificar os profissionais que trabalham na promoção, proteção e apoio à mãe e ao filho. O evento será realizado das 8h30 às 17h, no Auditório Elizabeth Lee – IPA (Rua Dr. Lauro de Oliveira,71), em Porto Alegre. A ação faz parte da Semana Mundial de Amamentação.

O Seminário é uma realização da Seção de Saúde da Criança e do Adolescente da Secretaria Estadual da Saúde, e conta com a parceria da 1ª Coordenadoria Regional de Saúde, da Rede Gaúcha de Bancos de Leite Humano, da Comissão da Saúde da Assembleia Legislativa/RS, do Centro Universitário Metodista IPA , entre outros.

 

Para mais informações ligue para (51)3227.1176. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail seminarioamamentacao2010@gmail.com

Confira a programação completa do evento:

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24
fev.2010

O laço emocional que envolve mãe e filho é influenciado por fatores como toque, contato olho a olho e amamentação

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O relacionamento afetivo entre mãe e filho começa antes de o bebê nascer. A aceitação da gravidez e a preparação para a chegada da criança são elementos que influenciam no estabelecimento do vínculo entre mãe e filho, que pode ser visto também como um mecanismo de proteção da espécie.
A sobrevivência e segurança do bebê dependem da mãe antes mesmo do nascimento. Com a evolução da gravidez, a sensibilidade em relação ao desenvolvimento do bebê aumenta, tanto que nos últimos três meses de gravidez, a mãe consegue identificar os períodos de atividade e repouso do feto.

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