4
jan.2012

Você sofre com a ansiedade? A boa notícia é que a escolha de determinados alimentos ajudam a minimizar esse sintoma. Alguns nutrientes, quando combinados com uma alimentação saudável, ajudam a equilibrar a mente.

O Ômega-3, por exemplo, ajuda a dar uma sensação de bem-estar ao organismo, já que facilita a atuação de neurotransmissores. A substância é facilmente encontrada na sardinha, salmão, linhaça e óleos vegetais.

Já a vitamina C, encontrada na acerola laranja e rúcula, por exemplo, ajuda a reduzir o hormônio do estresse. Além disso, ajuda a combater os radicais livres, nocivos e que atuam no organismo em momentos de tensão.

laranja

O ideal é não recorrer a esses alimentos nos momentos de maior ansiedade. Se você sofre com esse tipo de sintoma, comece a balancear a sua alimentação com essas substâncias que ajudam a minimizar esses efeitos.

Fonte: Saúde Abril
Foto: stock.xchng

12
abr.2011

ansiedade

A respiração lenta e profunda ajuda a diminuir a ansiedade e proporciona sensação de calma

Quando se está em meio a uma situação difícil, que exige tomada de decisões, há algo bem simples de fazer que pode aliviar a tensão do momento: respirar. Mas não de qualquer jeito. É preciso parar e respirar lenta e profundamente, deixando o ar entrar e sair por completo, para desfrutar de todos os benefícios que esse ato pode proporcionar.

Desacelerar os batimentos cardíacos, baixar a pressão arterial e diminuir a ansiedade são alguns dos efeitos positivos da boa respiração. Esses benefícios podem ser atingidos através da respiração diafragmática, que é semelhante à dos bebês. Eles expandem o abdômen e não apenas o tórax, como muitas pessoas fazem, durante a inspiração. O diafragma, músculo que fica abaixo dos pulmões é acionado predominantemente, o que aumenta em 30% a capacidade dos pulmões receberem ar.

Ao utilizar apenas a parte peitoral, a ventilação dos pulmões é menor. O uso de roupas muito apertadas e um período prolongado sentado em posições que comprimem o diafragma também colaboram para um padrão respiratório deficiente. Além disso, ansiedade e estresse fazem os movimentos respiratórios oscilarem, podendo deixá-los muito rápidos e superficiais.

Então, que tal parar alguns instantes todos os dias para inspirar bem profundamente pelo nariz, expandindo o diafragma, e soltar o ar devagar? A respiração lenta e profunda utiliza menos de dez inspirações e expirações por minuto. Respire e restabeleça a calma e o equilíbrio.

 

Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed do Brasil

31
mar.2011

Ter as mãos suadas antes de se apresentar em público ou ficar nervoso antes de falar com aquela pessoa que está paquerando é normal, acontece com todo mundo. Mas, e quando essa timidez atrapalha a sua vida, o que fazer?

timidez

Quem nunca passou por momentos de timidez, ansiedade e insegurança, que atire a primeira pedra. Contudo, se esses sentimentos tomam conta e começam a atrapalhar o contato social, cuidado, pode ser fobia social.
O psicólogo Amaury Tadeu Rufatto, da Unimed Paulistana, explica que fobia social é uma manifestação emocional, uma exacerbação de características que fazem parte da própria identidade das pessoas. “Sentimentos como medo e timidez fazem parte da psique de todas as pessoas e são importantes ferramentas para a sobrevivência e adequação social. Alguém sem medo pode se colocar em perigo, pois não avalia os riscos aos quais está exposto. A questão é como cada um lida com essas experiências,  atribuindo-lhes significados a partir da sua vivência emocional”.

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19
out.2009

Sydney, onde há belas praias e uma bonita região portuária, aparece com freqüência na lista das melhores cidades do mundo para se morar. Mas uma pesquisa sobre felicidade descobriu que ela é o lar das pessoas mais tristes da Austrália.

A pesquisa, que estabeleceu o Índice Unitário Australiano de Bem-Estar e que entrevistou cerca de 23 mil australianos, descobriu que as pessoas mais felizes do país vivem nas menores cidades e que as mais tristes, nas cidades grandes.

“O dinheiro realmente não compra felicidade. É isso o que ficou muito claro para as quase 23 mil pessoas que entrevistamos até agora”, afirmou Liz Eckerman, pesquisadora do Centro de Qualidade de Vida da Universidade Deakin, em Melbourne.    CONTINUE LENDO

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