out.2009
O lançamento do IBE – Índice de Bem-estar Unimed Porto Alegre foi divulgado por diversas mídias da capital.
Confira aqui as matérias de rádio que foram transmitidas:
out.2009
Índice mundial de felicidade
As pessoas na maioria dos países ao redor do mundo estão se sentindo mais felizes, segundo dados coletados pela pesquisa internacional World Values Survey.
Os dados coletados em pesquisas nacionais representativas, conduzidas entre 1981 e 2007, mostram que o índice de felicidade aumentou na imensa maioria das nações estudadas.
“É uma descoberta surpreendente,” diz o cientista político Ronald Inglehart, da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, diretor da pesquisa. “É uma crença largamente difundida que é quase impossível aumentar o nível de felicidade de um país inteiro.”
Países mais felizes do mundo
A onda de pesquisas de 2007 também forneceu um ranking de 97 países contendo 90 por cento da população do mundo. Os resultados indicam que a Dinamarca é a nação mais feliz do mundo e que o Zimbábue é a mais infeliz. E felicidade não é coisa de país rico: o segundo colocado é Porto Rico e o terceiro é a Colômbia. CONTINUE LENDO
out.2009
ESTUDO DE VALIDAÇÃO DA VERSÃO PORTUGUESA DA ESCALA J.Pais Ribeiro 1, e R.Cummins 2 1- Universidade do Porto, Portugal; 2- Deakin University, Austrália
O bem-estar subjectivo (BES) é uma categoria de fenómenos muito ampla que inclui as respostas emocionais dos indivíduos, satisfação com domínios de vida, e julgamentos globais de satisfação com a vida (Diener, Suh, Lucas, & Smith, 1999). Pode ser definido como a avaliação emocional e cognitiva que as pessoas fazem das suas vidas, e inclui aquilo que as pessoas comuns designam por felicidade, paz, realização, e satisfação com avida (Diener, Oishi, & Lucas, 2003). O campo do BES inclui a análise científica do modo como as pessoas avaliam as suas vidas nesse momento e por períodos mais longos. O BES é diferente do bem estar psicológico e a sua avaliação, ao contrário deste, permite que as pessoas digam aos investigadores o que torna as suas vidas boas enquanto no bem estar psicológico o investigador decide isso a partir das respostas do sujeito a questões mais estruturadas (Ryan & Decy, 2001).








