28
jul.2010

amigos

Um estudo realizado por professores da Universidade Brigham Young, em Utah, nos EUA, concluiu que as relações sociais – amigos, família, vizinhos e colegas – aumentam as chances de viver mais em 50%. A pesquisa foi publicada na revista científica PLoS Medicine.

Os pesquisadores analisaram dados de 148 estudos previamente publicados e mediram a frequência da interação humana e da saúde, controladas por um período de sete anos e meio, em média.

No entanto, o estudo não informa sobre a qualidade dos relacionamentos. “Os dados mostram simplesmente se as pessoas estavam integradas em uma rede social”, informou a professora Julianne Holt-Lunstad, que liderou a pesquisa. “Isso significa que os efeitos das relações negativas são agrupados com as positivas. Eles estão todos juntos em média.”

 

A professora disse ainda que há muitos fatores que ligam a presença de amigos e família a uma saúde melhor. “Quando alguém está ligado a um grupo e sente responsabilidade por outras pessoas, cuida melhor de si e corre menos riscos”, afirmou Holt-Lunstad.

Segundo o outro líder do estudo, Timothy Smith, “esse efeito não é isolado em adultos mais velhos. Relacionamentos fornecem um nível de proteção em todas as idades”.

As conveniências modernas e a tecnologia podem levar algumas pessoas a pensar que as relações sociais não são necessárias, alertou Smith. Mas segundo o professor, “a interação constante é benéfica não só para a saúde psicológica, como também para a física”.

 

O cardiologista e nutricionista Daniel Magnoni, do Hospital do Coração, explicou que “todas as aceitações de prazer e bem-estar -como alegria, satisfação e realização- estão relacionadas à liberação de substâncias vasodilatadoras”.

Por isso, quem tem mais sensações de prazer corre menos risco de sofrer uma doença cardíaca. “Quando uma pessoa fica nervosa, aumenta a produção de adrenalina no sangue, que tem ação vasoconstritora (contração dos vasos sanguíneos), o que provoca mais problemas no coração. Quem é mais relaxado, vive mais”, afirmou o cardiologista.

O geriatra Luiz Antonio Gil Jr., diretor de comunicação da Sociedade Brasileira de Geriatria, também concorda que as relações sociais promovem benefícios. “A pessoa acaba se cuidando mais quanto tem um suporte social melhor.”

Ele acredita que o contato com outras pessoas estimula o cuidado com a saúde, pois insere o indivíduo em atividades físicas e sociais. De acordo com Gil Jr., “as relações melhoram o humor, o que diminui o risco de depressão”.

 

Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed do Brasil

29
abr.2010

sexualidade inf1Chega um momento na infância em que as crianças começam a ter comportamentos que deixam os pais confusos. Nessa fase, elas começam a tocar seus órgãos genitais sempre que estiverem sem fraldas, a querer olhar para o corpo dos amiguinhos e a gostar de ficar sem roupas. Mas os pais não devem se assustar, pois, de acordo com especialistas, essas atitudes são absolutamente normais e saudáveis. Para evitar que os filhos fiquem emocionalmente confusos, é necessário que os pais estejam preparados para esclarecer suas dúvidas sobre essa fase e tratá-las com naturalidade – afinal, a sexualidade faz parte da vida.

 

sexualidade inf3A fase da descoberta do corpo costuma ocorrer dos dois aos cinco anos. Nesse período, as crianças têm curiosidade sobre as diferenças entre meninos e meninas, querem olhar e comparar os órgãos genitais do sexo oposto. Não há maldade nisso. Agir negativamente diante dessas atitudes ou querer reprimi-las pode sugerir que uma parte do corpo da criança não pode ser tocada, é suja ou possui algo de errado.
Apesar de esse comportamento fazer parte de um desenvolvimento sadio, há algumas orientações e informações que os pais devem passar aos meninos e meninas. Veja dicas do que observar e falar para a criança:

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22
abr.2010

familia_filhos

Não dar liberdade aos filhos pode ser prejudicial para o amadurecimento e as relações sociais deles

Querer que seu filho seja feliz e fornecer subsídios para que ele seja capaz de conseguir isso é diferente de evitar a qualquer custo que ele passe por dificuldades e frustrações. A experiência de resolver seus próprios problemas e, possivelmente, se desiludir, é necessária para que haja aprendizado e amadurecimento. No entanto, os pais superprotetores não querem saber disso e tentam manter os filhos bem debaixo de suas asas.

 

O excesso de cuidados e proteção é tão prejudicial quanto a falta deles. Mesmo em situações comuns do dia-a-dia, as atitudes dos pais podem evidenciar o exagero na assistência e amparo aos filhos. Um exemplo simples é quando a criança aponta para um copo de suco e, antes que fale o que deseja, já o tem na mão. Se ocasiões similares a essa acontecerem com frequência, não será surpresa que a criança apresente atrasos no desenvolvimento da fala.

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19
out.2009

IBE_01
A Unimed foi às ruas para saber como as pessoas estão realmente se sentindo. Durante a correria do dia-a-dia, é praticamente impossível parar para pensar nos rumos que nossa vida está tomando. Às vezes  pode parecer que as coisas estão correndo bem, mas analisando profundamente, percebemos que talvez existam pontos em que precisamos tomar consciência e melhorar. Está tudo bem? Tudo bem mesmo? CONTINUE LENDO

19
out.2009

IBE

A pesquisa de opinião foi realizada em 2009, com 1455 pessoas residentes na capital e outras 12 cidades da área de atuação da Unimed Porto Alegre (Alvorada, Canoas, Cachoeirinha, Capão da Canoa, Esteio, Gravataí, Osório, Santo Antônio da Patrulha, Sapucaia, Torres, Tramandaí e Viamão). O questionário, com 93 perguntas, foi respondido com uma escala variando de 1, discordo totalmente até 6, concordo totalmente.   CONTINUE LENDO

19
out.2009

Menino_propaganda_baixa

Veja que atitudes os entrevistados julgaram mais importantes para o bem-estar (por ordem, de 1 a 3) e o quanto estão satisfeitos com o seu desempenho em cada um deles (de 0 a 100). Nem sempre o item mais importante ficou com a maior média. Isso que dizer que, embora os pesquisados considerem fundamental um determinado hábito, nem sempre o adotam:

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