fev.2011
Avalie como está seu empenho para alcançar os objetivos estabelecidos no início deste ano
No início do ano, você deve ter traçado as metas que desejava alcançar nos 12 meses seguintes e ter se entusiasmado por perceber que podia mudar várias situações das quais não gostava. Passados apenas dois meses, vale a pena avaliar o que tem sido feito para alcançar os objetivos estabelecidos e se eles são realmente o que se deseja conseguir.
Se ainda não foi dado nem um passo a favor das metas listadas para esse ano, talvez esteja na hora de revisar a forma como se pretende atingi-las. Com os objetivos em mente, estabelecer prazos para alcançá-los e determinar as maneiras de agir pode ser um jeito eficaz de terminar o ano com uma sensação de missão cumprida.
Fazer tudo isso, no entanto, nem sempre é simples, pois envolve mudanças, o que é trabalhoso e exige determinação. Por isso, ter convicção do que realmente quer é o primeiro estímulo para sair da zona de conforto e decidir o que será feito.
Portanto, para começar a dar mais atenção às suas resoluções do ano, procure:
• revisar as metas. Avalie se elas são seus reais objetivos ou apenas anseios passageiros;
• perguntar a si mesmo o que você tem feito para que as resoluções aconteçam;
• verificar o que será preciso mudar para conquistar as metas;
• fazer um planejamento com prazos e ações;
• pensar diferente. Se você ainda deseja alguma coisa que não conseguiu alcançar nos outros anos, talvez é preciso enxergar a situação de outra maneira e modificar a estratégia.
Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed do Brasil
dez.2010
A chegada de um novo ano é o momento propício para fazer um balanço do que passou e decidir o que se deseja melhorar e alcançar
Todo fim de ano é igual: um misto de introspecção e euforia nos acomete e nos faz ansiar pela depedida do ano velho. Daí vem a vontade, quase imposta pela data, de fazer listas com novas metas e de desenhar na imaginação um ano perfeito. Começar o ano cheio de esperanças e com muita disposição para ir atrás dos sonhos é positivo, mas é importante também não esquecer de buscar o que realmente nos faz felizes.
dez.2010
Confira as dicas da consultora de Recursos Humanos, Patrícia Santos
Mais um ano se aproxima e junto com ele afloram pensamentos e sentimentos do que foi 2010 e uma avalanche de promessas são feitas para serem cumpridas durante o ano que se iniciará. É como se fosse um ritual, pois toda virada de ano fazemos as mesmas promessas com a diferença que estamos com a sensação que o tempo entre um fim de ano e outro esta menor.
Como somos criaturas de hábitos; continuamos a fazer o que sempre fazemos até sermos obrigados a mudar. E o pior é que ficamos irritados quando não conseguimos resultados diferentes. Esbravejamos contra os céus numa postura estilo “Hard” do desenho animado “Oh céu, oh terra … porque comigo, sempre eu…” e esquecemos que não estamos neste mundo para sermos punidos e sim para sermos educados. Se ainda não tivemos aquilo que almejamos, ou se a história sempre se repete; escolha do namorado errado, a demissão nos empregos, clientes tratantes,… é sinal que ainda não aprendemos a lição e estamos de recuperação.
set.2010
É preciso ter iniciativa para ir adiante e aproveitar as oportunidades que aparecem
Mudar a rotina ou alguma situação que não esteja lhe deixando satisfeito requer tomada de decisões e estar preparado para lidar com as novas circunstâncias. No entanto, essas atitudes nem sempre são fáceis de serem adotadas, pois o medo das consequências e o receio de fracassar acabam, muitas vezes, inibindo as tentativas.
set.2010
Confira a matéria publicada na Revista Época sobre dinheiro e felicidade.
Vale a pena ler!
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jul.2010
Um estudo realizado por professores da Universidade Brigham Young, em Utah, nos EUA, concluiu que as relações sociais – amigos, família, vizinhos e colegas – aumentam as chances de viver mais em 50%. A pesquisa foi publicada na revista científica PLoS Medicine.
Os pesquisadores analisaram dados de 148 estudos previamente publicados e mediram a frequência da interação humana e da saúde, controladas por um período de sete anos e meio, em média.
No entanto, o estudo não informa sobre a qualidade dos relacionamentos. “Os dados mostram simplesmente se as pessoas estavam integradas em uma rede social”, informou a professora Julianne Holt-Lunstad, que liderou a pesquisa. “Isso significa que os efeitos das relações negativas são agrupados com as positivas. Eles estão todos juntos em média.”
abr.2010
Chega um momento na infância em que as crianças começam a ter comportamentos que deixam os pais confusos. Nessa fase, elas começam a tocar seus órgãos genitais sempre que estiverem sem fraldas, a querer olhar para o corpo dos amiguinhos e a gostar de ficar sem roupas. Mas os pais não devem se assustar, pois, de acordo com especialistas, essas atitudes são absolutamente normais e saudáveis. Para evitar que os filhos fiquem emocionalmente confusos, é necessário que os pais estejam preparados para esclarecer suas dúvidas sobre essa fase e tratá-las com naturalidade – afinal, a sexualidade faz parte da vida.
A fase da descoberta do corpo costuma ocorrer dos dois aos cinco anos. Nesse período, as crianças têm curiosidade sobre as diferenças entre meninos e meninas, querem olhar e comparar os órgãos genitais do sexo oposto. Não há maldade nisso. Agir negativamente diante dessas atitudes ou querer reprimi-las pode sugerir que uma parte do corpo da criança não pode ser tocada, é suja ou possui algo de errado.
Apesar de esse comportamento fazer parte de um desenvolvimento sadio, há algumas orientações e informações que os pais devem passar aos meninos e meninas. Veja dicas do que observar e falar para a criança:
abr.2010
Não dar liberdade aos filhos pode ser prejudicial para o amadurecimento e as relações sociais deles
Querer que seu filho seja feliz e fornecer subsídios para que ele seja capaz de conseguir isso é diferente de evitar a qualquer custo que ele passe por dificuldades e frustrações. A experiência de resolver seus próprios problemas e, possivelmente, se desiludir, é necessária para que haja aprendizado e amadurecimento. No entanto, os pais superprotetores não querem saber disso e tentam manter os filhos bem debaixo de suas asas.
O excesso de cuidados e proteção é tão prejudicial quanto a falta deles. Mesmo em situações comuns do dia-a-dia, as atitudes dos pais podem evidenciar o exagero na assistência e amparo aos filhos. Um exemplo simples é quando a criança aponta para um copo de suco e, antes que fale o que deseja, já o tem na mão. Se ocasiões similares a essa acontecerem com frequência, não será surpresa que a criança apresente atrasos no desenvolvimento da fala.
out.2009

A Unimed foi às ruas para saber como as pessoas estão realmente se sentindo. Durante a correria do dia-a-dia, é praticamente impossível parar para pensar nos rumos que nossa vida está tomando. Às vezes pode parecer que as coisas estão correndo bem, mas analisando profundamente, percebemos que talvez existam pontos em que precisamos tomar consciência e melhorar. Está tudo bem? Tudo bem mesmo? CONTINUE LENDO
out.2009
A pesquisa de opinião foi realizada em 2009, com 1455 pessoas residentes na capital e outras 12 cidades da área de atuação da Unimed Porto Alegre (Alvorada, Canoas, Cachoeirinha, Capão da Canoa, Esteio, Gravataí, Osório, Santo Antônio da Patrulha, Sapucaia, Torres, Tramandaí e Viamão). O questionário, com 93 perguntas, foi respondido com uma escala variando de 1, discordo totalmente até 6, concordo totalmente. CONTINUE LENDO










