jul.2010
Um estudo realizado por professores da Universidade Brigham Young, em Utah, nos EUA, concluiu que as relações sociais – amigos, família, vizinhos e colegas – aumentam as chances de viver mais em 50%. A pesquisa foi publicada na revista científica PLoS Medicine.
Os pesquisadores analisaram dados de 148 estudos previamente publicados e mediram a frequência da interação humana e da saúde, controladas por um período de sete anos e meio, em média.
No entanto, o estudo não informa sobre a qualidade dos relacionamentos. “Os dados mostram simplesmente se as pessoas estavam integradas em uma rede social”, informou a professora Julianne Holt-Lunstad, que liderou a pesquisa. “Isso significa que os efeitos das relações negativas são agrupados com as positivas. Eles estão todos juntos em média.”
A professora disse ainda que há muitos fatores que ligam a presença de amigos e família a uma saúde melhor. “Quando alguém está ligado a um grupo e sente responsabilidade por outras pessoas, cuida melhor de si e corre menos riscos”, afirmou Holt-Lunstad.
Segundo o outro líder do estudo, Timothy Smith, “esse efeito não é isolado em adultos mais velhos. Relacionamentos fornecem um nível de proteção em todas as idades”.
As conveniências modernas e a tecnologia podem levar algumas pessoas a pensar que as relações sociais não são necessárias, alertou Smith. Mas segundo o professor, “a interação constante é benéfica não só para a saúde psicológica, como também para a física”.
O cardiologista e nutricionista Daniel Magnoni, do Hospital do Coração, explicou que “todas as aceitações de prazer e bem-estar -como alegria, satisfação e realização- estão relacionadas à liberação de substâncias vasodilatadoras”.
Por isso, quem tem mais sensações de prazer corre menos risco de sofrer uma doença cardíaca. “Quando uma pessoa fica nervosa, aumenta a produção de adrenalina no sangue, que tem ação vasoconstritora (contração dos vasos sanguíneos), o que provoca mais problemas no coração. Quem é mais relaxado, vive mais”, afirmou o cardiologista.
O geriatra Luiz Antonio Gil Jr., diretor de comunicação da Sociedade Brasileira de Geriatria, também concorda que as relações sociais promovem benefícios. “A pessoa acaba se cuidando mais quanto tem um suporte social melhor.”
Ele acredita que o contato com outras pessoas estimula o cuidado com a saúde, pois insere o indivíduo em atividades físicas e sociais. De acordo com Gil Jr., “as relações melhoram o humor, o que diminui o risco de depressão”.
Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed do Brasil
mai.2010
Cães e gatos podem ajudar idosos a evitar a depressão e a melhorar o quadro de doenças crônicas
É assim que a culinarista Maria Carmelita Pinto da Costa, 61 anos, descreve a importância do cachorro que lhe faz companhia há três anos, desde filhotinho:
– Se não fosse o Beethoven, acho que eu teria até entrado em depressão.
Acostumada com a correria de uma rotina de trabalho fora de casa, Carmelita estranhou a monotonia do dia a dia menos conturbado quando parou de trabalhar, há cinco anos. Foi Beethoven, um labrador brincalhão e carinhoso, que a ajudou a se adaptar à nova vida.
– No início, me senti isolada porque não trabalhar nos entristece. Mas com ele o dia é muito animado. Durante nossa caminhada matinal, ele é o show da vizinhança – admite Carmelita.
Muitos idosos encontram nos animais de estimação uma ótima companhia. Mas essa convivência é saudável? Segundo especialistas, o vínculo pode ser tão positivo a ponto de tratar enfermidades como a doença de Alzheimer, a partir da melhora na qualidade de vida e na saúde emocional dos idosos.
mai.2010
O contato físico pode proporcionar sensação de bem-estar e relaxamento
Quando foi a última vez que você recebeu um abraço ou abraçou alguém? Se faz muito tempo, corra atrás de um amigo e faça isso. Não precisa ficar tímido ou envergonhado, afinal abraçar é um gesto de afeto, o que é muito melhor do que uma atitude de rejeição. Mas se você estiver sem jeito de abraçar sem motivo aparente, dê um tapinha nas costas, que já está valendo, porque o toque faz parte da vida e pode fazer bem para o seu corpo e sua mente.
A diretora Tiffany Field, do Instituto de Pesquisas do Toque da Universidade de Miami, afirmou, com base em um estudo, que uma simples massagem pode melhorar a saúde física e mental e a ajudar o sistema imunológico. Para ela, o contato físico é capaz de reduzir a ansiedade, o estresse e a agressividade e a deixar as pessoas mais alegres.
E isso parece fazer todo o sentido. Pensando em nossas reações do dia-a-da, é possível perceber o quanto um abraço de um amigo pode mudar nosso humor e nos deixar mais relaxados. Apesar de muitas relações acontecerem hoje apenas virtualmente, é necessário preservar o contato físico, pois ele é benéfico à saúde e pode levar à sensação de bem-estar. Vale lembrar, porém, que qualquer toque mal-intencionado deve ser reprimido.
mai.2010
Muitas pessoas quando se deparam com uma situação que não lhes agradam e que traz sofrimentos para alguém resolvem arregaçar as mangas e tomar uma atitude para ajudar. Fazer um trabalho voluntário, por exemplo, é uma maneira de participar mais ativamente de questões sociais, fazer a diferença na vida de algumas pessoas e ainda poder receber vários benefícios em troca, como aumentar o contato humano, ter a oportunidade aprender coisas novas e ampliar o envolvimento com o mundo.
Pessoas que realizam trabalhos voluntários dizem ter melhor saúde física e mental por causa dos serviços comunitários prestados. Foi o que revelou uma pesquisa realizada pela ONG United Healthcare and Volunteer Match dos Estados Unidos com cerca de 4.500 voluntários. Veja alguns dados da pesquisa:
- 84% das pessoas entrevistadas concordaram que o voluntariado promove a saúde física;
- 95% disseram que as ações filantrópicas também proporcionam benefícios emocionais;
- cerca de 70% afirmaram que os serviços voluntários os fazem sentir mais saudáveis.
mar.2010
As escolhas que fazemos todos os dias podem influenciar o estado da nossa saúde de várias maneiras.
As opções que a vida oferece são várias e, cabe a nós, escolher o que vai nos fazer feliz e proporcionar mais benefícios. Além da predisposição genética, do acesso aos recursos da medicina, do ambiente e outros fatores, o estilo de vida também é determinante para a nossa saúde. Ter força de vontade e consciência dos riscos que alguns comportamentos oferecem ao corpo ajuda a prevenir doenças futuras, melhorar o bem-estar e manter-se saudável.
A seguir, separamos alguns aspectos que influenciam o estilo de vida de cada um, e como eles podem afetar a saúde, dependendo das escolhas feitas.
out.2009

A Unimed foi às ruas para saber como as pessoas estão realmente se sentindo. Durante a correria do dia-a-dia, é praticamente impossível parar para pensar nos rumos que nossa vida está tomando. Às vezes pode parecer que as coisas estão correndo bem, mas analisando profundamente, percebemos que talvez existam pontos em que precisamos tomar consciência e melhorar. Está tudo bem? Tudo bem mesmo? CONTINUE LENDO
out.2009
A pesquisa de opinião foi realizada em 2009, com 1455 pessoas residentes na capital e outras 12 cidades da área de atuação da Unimed Porto Alegre (Alvorada, Canoas, Cachoeirinha, Capão da Canoa, Esteio, Gravataí, Osório, Santo Antônio da Patrulha, Sapucaia, Torres, Tramandaí e Viamão). O questionário, com 93 perguntas, foi respondido com uma escala variando de 1, discordo totalmente até 6, concordo totalmente. CONTINUE LENDO
out.2009
Veja que atitudes os entrevistados julgaram mais importantes para o bem-estar (por ordem, de 1 a 3) e o quanto estão satisfeitos com o seu desempenho em cada um deles (de 0 a 100). Nem sempre o item mais importante ficou com a maior média. Isso que dizer que, embora os pesquisados considerem fundamental um determinado hábito, nem sempre o adotam:









