jan.2010
O Brasil é o 38º país do mundo em qualidade de vida, segundo um ranking com quase 200 países publicado pela revista americana International Living.
A liderança do ranking, que leva em consideração nove itens – custo de vida, cultura e lazer, economia, ambiente, liberdade, saúde, infraestrutura, segurança e risco e clima – ficou com a França, pelo quinto ano consecutivo.
nov.2009
Satisfação e bem-estar valem tanto quanto o dinheiro para o sucesso de uma sociedade. Por isso, governos e empresas começam a medir a Felicidade interna Bruta das pessoas, um novo instrumento para traçar políticas públicas e administrativas
Você é feliz? Em algum momento, todos nós já tivemos de responder a essa pergunta, feita por amigos íntimos, familiares e, às vezes, por nós mesmos. Em breve, porém, será comum ouvir essa complicada questão de recenseadores governamentais e profissionais de recursos humanos. É que a felicidade já pode ser medida e autoridades e especialistas de todo o planeta, inclusive no Brasil, estudam como transformá-la em indicador capaz de determinar políticas públicas e relações corporativas. A tendência, que põe a praticidade dos resultados financeiros em segundo plano e a complexa subjetividade do bem-estar social em primeiro, tem adeptos de peso.
nov.2009
Como transformar noites de sono em momentos tranquilos para os pais e prazerosos para os bebês.
A família pode ficar física e psicologicamente abalada quando o bebê não dorme bem. Além do choro noturno capaz de tirar o sono dos pais, muitas dúvidas relacionadas ao bem-estar da pequena criatura que dorme sozinha em seu quarto, atrapalham o sono dos pais.
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Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed do Brasil
out.2009
A pesquisa que deu origem ao Índice de Bem-Estar Unimed Porto Alegre (IBE), lançada formalmente ontem à noite, revela que a falta de tempo é um dos obstáculos para a melhoria das condições de vida na metrópole.
O estudo indica que a convivência com amigos e familiares e a frequência de programas como ir ao cinema são consideradas importantes pela população – o problema é encontrar espaço em agendas cada vez mais apertadas.
As respostas ao questionário aplicado a 1.455 moradores da Capital e de um conjunto de outros 12 municípios metropolitanos e do Litoral revelam indícios de que o bem-estar vem sendo limitado pela rotina exaustiva. O encontro com os amigos, apontado pelos entrevistados como o indicador mais importante para a qualidade do seu convívio social, atingiu um nível de satisfação de 67 em uma escala de zero a cem. A média de tempo que se passa com os familiares ficou em um patamar ainda mais baixo: 64.
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out.2009
Índice mundial de felicidade
As pessoas na maioria dos países ao redor do mundo estão se sentindo mais felizes, segundo dados coletados pela pesquisa internacional World Values Survey.
Os dados coletados em pesquisas nacionais representativas, conduzidas entre 1981 e 2007, mostram que o índice de felicidade aumentou na imensa maioria das nações estudadas.
“É uma descoberta surpreendente,” diz o cientista político Ronald Inglehart, da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, diretor da pesquisa. “É uma crença largamente difundida que é quase impossível aumentar o nível de felicidade de um país inteiro.”
Países mais felizes do mundo
A onda de pesquisas de 2007 também forneceu um ranking de 97 países contendo 90 por cento da população do mundo. Os resultados indicam que a Dinamarca é a nação mais feliz do mundo e que o Zimbábue é a mais infeliz. E felicidade não é coisa de país rico: o segundo colocado é Porto Rico e o terceiro é a Colômbia. CONTINUE LENDO
out.2009
ESTUDO DE VALIDAÇÃO DA VERSÃO PORTUGUESA DA ESCALA J.Pais Ribeiro 1, e R.Cummins 2 1- Universidade do Porto, Portugal; 2- Deakin University, Austrália
O bem-estar subjectivo (BES) é uma categoria de fenómenos muito ampla que inclui as respostas emocionais dos indivíduos, satisfação com domínios de vida, e julgamentos globais de satisfação com a vida (Diener, Suh, Lucas, & Smith, 1999). Pode ser definido como a avaliação emocional e cognitiva que as pessoas fazem das suas vidas, e inclui aquilo que as pessoas comuns designam por felicidade, paz, realização, e satisfação com avida (Diener, Oishi, & Lucas, 2003). O campo do BES inclui a análise científica do modo como as pessoas avaliam as suas vidas nesse momento e por períodos mais longos. O BES é diferente do bem estar psicológico e a sua avaliação, ao contrário deste, permite que as pessoas digam aos investigadores o que torna as suas vidas boas enquanto no bem estar psicológico o investigador decide isso a partir das respostas do sujeito a questões mais estruturadas (Ryan & Decy, 2001).






