27
mai.2010

Cães e gatos podem ajudar idosos a evitar a depressão e a melhorar o quadro de doenças crônicas

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É assim que a culinarista Maria Carmelita Pinto da Costa, 61 anos, descreve a importância do cachorro que lhe faz companhia há três anos, desde filhotinho:

– Se não fosse o Beethoven, acho que eu teria até entrado em depressão.

Acostumada com a correria de uma rotina de trabalho fora de casa, Carmelita estranhou a monotonia do dia a dia menos conturbado quando parou de trabalhar, há cinco anos. Foi Beethoven, um labrador brincalhão e carinhoso, que a ajudou a se adaptar à nova vida.

– No início, me senti isolada porque não trabalhar nos entristece. Mas com ele o dia é muito animado. Durante nossa caminhada matinal, ele é o show da vizinhança – admite Carmelita.

Muitos idosos encontram nos animais de estimação uma ótima companhia. Mas essa convivência é saudável? Segundo especialistas, o vínculo pode ser tão positivo a ponto de tratar enfermidades como a doença de Alzheimer, a partir da melhora na qualidade de vida e na saúde emocional dos idosos.

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