mai.2010
Cães e gatos podem ajudar idosos a evitar a depressão e a melhorar o quadro de doenças crônicas
É assim que a culinarista Maria Carmelita Pinto da Costa, 61 anos, descreve a importância do cachorro que lhe faz companhia há três anos, desde filhotinho:
– Se não fosse o Beethoven, acho que eu teria até entrado em depressão.
Acostumada com a correria de uma rotina de trabalho fora de casa, Carmelita estranhou a monotonia do dia a dia menos conturbado quando parou de trabalhar, há cinco anos. Foi Beethoven, um labrador brincalhão e carinhoso, que a ajudou a se adaptar à nova vida.
– No início, me senti isolada porque não trabalhar nos entristece. Mas com ele o dia é muito animado. Durante nossa caminhada matinal, ele é o show da vizinhança – admite Carmelita.
Muitos idosos encontram nos animais de estimação uma ótima companhia. Mas essa convivência é saudável? Segundo especialistas, o vínculo pode ser tão positivo a ponto de tratar enfermidades como a doença de Alzheimer, a partir da melhora na qualidade de vida e na saúde emocional dos idosos.




