jun.2011
Pesquisas revelam que crianças que fazem refeições com a família se alimentam melhor
Muitas crianças e adolescentes adoram comer o que os pais chamam de “porcarias”, que são os alimentos com calorias vazias, pouco ou nada nutritivos. Incentivá-los a fazerem as refeições em família pode ajudá-los a terem uma dieta mais saudável.
Além de fortalecer os laços e reunir a família, este hábito é benéfico também para a saúde. Uma pesquisa divulgada pelo jornal da Academia Americana de Pediatria, o Pediatrics, mostrou que fazer pelo menos três refeições por semana com a família ajuda a reduzir a obesidade nas crianças e afastar os adolescentes do risco de anorexia e bulimia.O estudo acompanhou os hábitos alimentares de 182.839 crianças e adolescentes e revelou uma redução de 20% no consumo de alimentos ricos em calorias pelo grupo que costumava almoçar ou jantar com a família.
Outros estudos realizados pelas Universidades de Minnesota, Harvard e Rutgers constatou que os adolescentes que fazem regularmente refeições com os pais comem mais frutas, vegetais e alimentos ricos em cálcio e vitaminas e consomem menos alimentos de baixo valor nutritivo.
Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed do Brasil
abr.2011
Com a grande variedade de materiais escolares que as crianças utilizam, muitas vezes elas carregam peso excessivo nas mochilas. Por isso, é preciso que os pais fiquem atentos para que os filhos não desenvolvam problemas na coluna. Carregar peso em demasia nas costas pode resultar em problemas posturais.
A Medicina Preventiva da Unimed Porto Alegre recomenda: Usar mochilas com duas alças, preferencialmente acolchoadas (o modelo com apenas uma alça não é aconselhado).
Os pais também devem ficar atentos para o peso do material escolar. A mochila não deve exceder 10% do peso da criança que a carrega. Ou seja, uma criança que pesa 40 kg deve levar, no máximo, 4 kg. O excesso de peso nas costas pode resultar em lesões agudas na coluna e, com o uso cronico , o desenvolvimento de desvios posturais na coluna vertebral.
Uma boa medida de prevenção é verificar se a criança está levando itens desnecessários para as aulas. Além disso, é recomendável consultar os professores a respeito dos materiais requeridos em cada dia da semana e averiguar se a escola dispõe de armários para que os alunos guardem parte do material.
Fonte: Dr. Edilson Machado – Unimed Porto Alegre/ SBOT/Pró-teste
fev.2011
As crianças podem se beneficiar do convívio com um bichinho de estimação, desde que sejam tomados os cuidados necessários
Animais de estimação podem proporcionar muitas alegrias e divertimento para a família. Um cachorro, por exemplo, é capaz de fazer o dono abrir um sorriso e brincar depois de um dia cheio de trabalho. Se há crianças em casa, o bichinho pode ajudar em seu desenvolvimento emocional e social, mas exige também cuidados extras.
Adquirir um animal envolve muitos aspectos positivos para a criança e toda a família. É necessário, no entanto, saber qual é o mais recomendado para uma casa com filhos pequenos, por exemplo. Os cães são uma boa opção para essa faixa etária e ainda possuem características específicas de acordo com a raça, o que facilita a escolha (veja box). O ideal é conversar com um veterinário para saber qual é a mais adequada para a garotada, mas fique tranquilo: se você já conhece bem o animalzinho e sabe que ele não é agressivo, tome os cuidados necessários, pois a raça não fará diferença. CONTINUE LENDO
dez.2010
Fique atento a alguns cuidados e garanta um verão seguro e divertido para a criançada
Mal começa o mês de dezembro e a criançada já está de férias. Nesta época, que coincide com o verão, também é o período em que as crianças passam a maior parte do tempo em brincadeiras ao ar livre. Para os pais e responsáveis fica a missão de ter atenção redobrada em todas as atividades dos filhos. Por isso, alguns cuidados são fundamentais para evitar problemas e garantir um verão tranquilo e seguro.
Clique aqui e confira as dicas!
Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed Porto Alegre
abr.2010
Chega um momento na infância em que as crianças começam a ter comportamentos que deixam os pais confusos. Nessa fase, elas começam a tocar seus órgãos genitais sempre que estiverem sem fraldas, a querer olhar para o corpo dos amiguinhos e a gostar de ficar sem roupas. Mas os pais não devem se assustar, pois, de acordo com especialistas, essas atitudes são absolutamente normais e saudáveis. Para evitar que os filhos fiquem emocionalmente confusos, é necessário que os pais estejam preparados para esclarecer suas dúvidas sobre essa fase e tratá-las com naturalidade – afinal, a sexualidade faz parte da vida.
A fase da descoberta do corpo costuma ocorrer dos dois aos cinco anos. Nesse período, as crianças têm curiosidade sobre as diferenças entre meninos e meninas, querem olhar e comparar os órgãos genitais do sexo oposto. Não há maldade nisso. Agir negativamente diante dessas atitudes ou querer reprimi-las pode sugerir que uma parte do corpo da criança não pode ser tocada, é suja ou possui algo de errado.
Apesar de esse comportamento fazer parte de um desenvolvimento sadio, há algumas orientações e informações que os pais devem passar aos meninos e meninas. Veja dicas do que observar e falar para a criança:
abr.2010
Pesquisa aponta má qualidade dos alimentos que compõem as refeições dos bebês brasileiros entre quatro meses e um ano de idade
Um estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) mostrou que as famílias brasileiras estão oferecendo alimentos gordurosos e pouco nutritivos aos bebês. Suco artificial, bolacha recheada, refrigerante e chocolate são alguns dos alimentos citados na pesquisa entre os consumidos por bebês num período de sete dias.
Durante esse tempo, as mães das 179 crianças, com idades entre quatro e 12 meses, que participaram do estudo, foram orientadas a anotar tudo o que os filhos consumiam. Além de haver alimentos cheios de gordura, açúcar, sal e corantes artificiais, o leite de vaca também foi bastante citado. Ele possui proteínas estranhas ao organismo das crianças e pode causar alergia, diarreia, problemas respiratórios e de pele.







