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	<title>Unimed Clientes &#187; Esgotamento</title>
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		<title>Menos estresse, mais saúde</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 13:41:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unimed Porto Alegre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Avaliação da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Esgotamento]]></category>
		<category><![CDATA[Estresse]]></category>

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Dificuldade em relaxar, em ter prazer, dores de cabeça, desconfortos musculares, insônia, cansaço, irritação ou apatia: sim, estamos falando de estresse. Estar de olho no nível de esgotamento diário é uma das maneiras eficazes de evitar doenças.
&#8220;O estresse pode ser causador e/ou agravador de uma série de doenças, que vão da asma às doenças dermatológicas, passando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2010/01/Stress.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-542" src="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2010/01/Stress.jpg" alt="Stress" width="380" height="253" /></a></p>
<p>Dificuldade em relaxar, em ter prazer, dores de cabeça, desconfortos musculares, insônia, cansaço, irritação ou apatia: sim, estamos falando de estresse. Estar de olho no nível de esgotamento diário é uma das maneiras eficazes de evitar doenças.</p>
<p>&#8220;O estresse pode ser causador e/ou agravador de uma série de doenças, que vão da asma às doenças dermatológicas, passando pelas alérgicas e imunológicas&#8221;, resumem as doutoras Elizabeth Fagundes e Cibele Lucas. Uma certa dose de estresse &#8211; o eustress &#8211; é necessária para lidar situações que o organismo interpreta como perigo. A descarga de agentes hormonais de intensa ação orgânica, como a adrenalina e os corticóides, permite que se encare a adversidade de igual para igual. É o nosso corpo preparado para a defesa.</p>
<p><span id="more-543"></span></p>
<p> </p>
<p>O problema é quando essa ativação orgânica nunca cessa, ou seja, torna-se crônica. Quem tem lesão na camada interna das artérias coronárias provocada por obesidade, fumo, colesterol elevado, lembram as doutoras Elizabeth e Cibele, está sujeito a vários riscos quando sob permanente bombardeio dos hormônios citados, tais como arritmia, angina e ataque cardíaco.</p>
<p>O doutor Leonardo Araujo confirma: o estresse excessivo é uma grande fonte de doenças, dentre as mais comuns, as cardiovasculares. &#8220;Estudos recentes da Escola de Medicina da Universidade da Califórnia concluíram que a liberação de cortisol em pessoas com estresse crônico leva à diminuição da telomerase, uma enzima que controla o envelhecimento das células. Ou seja, quem sofre de estresse crônico envelhece mais cedo e adoece mais&#8221;, acrescenta.</p>
<p> </p>
<p>A essa altura, o corpo e o comportamento do estressado já deu outros sinais: enxaquecas, dores nas costas e nucas, hipertensão, alta sensibilidade, depressão, apatia, nervosismo, entre outros. Até aqui, tudo entendido sobre o poder arrasador da condição de estresse permanente. Psiquiatra e psicoterapeuta, o doutor Vitor Rodrigues, refletindo sobre esse conceito usado amplamente para tudo hoje em dia, vai além e abre caminho para pularmos para o texto sobre otimismo.</p>
<p>&#8220;O estresse, por definição, é uma reação, e não um fator que provoque algo&#8221;, afirma. Portanto, se quisermos evitar o estresse, precisamos focar no que exatamente está disparando os hormônios &#8211; ou seja, no modo como reagimos às adversidades.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;Alguém que perde um ente querido pode reagir de diversas maneiras. Basta pensarmos na diferença entre perder um progenitor ou um filho. Em cada caso, é uma tarefa do psiquismo muito complexa e dá uma boa ideia da complexidade que é deixar-ser abater ou não pelo estresse&#8221;.</p>
<p> </p>
<p><strong>Sinais de esgotamento<br />
</strong>- Dores de cabeça frequentes e dificuldade de desacelerar.<br />
- Problemas gastrointestinais e tensão muscular, principalmente costas e nuca.<br />
- Sensação de irritabilidade por motivos mínimos ou que antes não chamavam tanto sua atenção.<br />
- Uma longa noite de sono não é suficiente para renovar a energia &#8211; pelo contrário, é difícil até pegar no sono.<br />
- Alterações na memória. Esquece coisas simples de lembrar ou &#8220;apaga&#8221; gestos ou ações que acabou de fazer, exemplo: chegou na esquina e não lembra se fechou a porta ao sair de casa.<br />
- Produtividade em queda &#8211; seja no trabalho ou nas atividades pessoais.<br />
- Dias de folga ou férias não mudam a sensação de cansaço.<br />
- Se há identificação com as descrições acima, seu grau de estresse já está interferindo na relação com as outras pessoas.</p>
<p> </p>
<p><strong>O que fazer<br />
</strong>- Seja franco consigo mesmo e aceite que é preciso rever sua rotina. O que anda bem? O que foi negligenciado?<br />
- Tente reformular sua vida, procurando reduzir as áreas geradoras de estresse. Quem sabe mais espaço para o lazer, para as atividades de que gosta e &#8220;andam esquecidas&#8221;?<br />
- Procure ajude psicoterápica. A principal atitude ainda é refletir sobre o modo de viver e de trabalhar com as vivências e as emoções que a vida nos proporciona.<br />
- E o mais importante: não se estresse para resolver o estresse. Procure ajuda, se necessário. Estabeleça ações possíveis, realizáveis. E não precisa ser no plural. Pode ser UMA atitude. Depois de conquistada, tente outra. E depois outra&#8230; outra&#8230; outra&#8230; Fique atento. Um bom termômetro do quanto você &#8211; por inteiro, corpo e mente &#8211; está bem é a sua capacidade de sentir prazer. Os prazeres corporais mesmo, sensoriais, de ouvir uma boa música a uma boa noite de sono, o prazer de saborear a comida e o do sexo.</p>
<p> </p>
<p><em>Fonte: Jornal Zero Hora &#8211; Espaço Vida Unimed</em></p>
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