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	<title>Unimed Clientes &#187; Felicidade</title>
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		<title>Sorria e seja mais feliz no trabalho</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2011 21:15:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unimed Porto Alegre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Bom Humor]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Otimismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Relação com o trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Sorrir]]></category>

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		<description><![CDATA[
Todos os dias, ao acordar, ganhamos um novo dia! Que tal iniciá-lo sorrindo, com toda intensidade e otimismo!
Quantas e quantas vezes você já se pegou resmungando porque precisa acordar e ir ao trabalho? Parece um martírio não é mesmo? Agora, que tal mudar de atitude? Em vez de chegar com aquela cara amarrada, como se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2011/04/smile2.jpg"><img class="size-full wp-image-1735 aligncenter" src="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2011/04/smile2.jpg" alt="smile2" width="300" height="300" /></a></p>
<p><span style="color: #99ccff">Todos os dias, ao acordar, ganhamos um novo dia! Que tal iniciá-lo sorrindo, com toda intensidade e otimismo!</span></p>
<p><span style="color: #99ccff">Quantas e quantas vezes você já se pegou resmungando porque precisa acordar e ir ao trabalho? Parece um martírio não é mesmo? Agora, que tal mudar de atitude? Em vez de chegar com aquela cara amarrada, como se a vida tivesse conspirando contra e você não vê a hora do tempo passar mais rápido, estampe um largo sorriso no rosto.</span></p>
<p><span style="color: #99ccff"> </span><br />
<span style="color: #99ccff">Sim, rir faz muito bem. Querem uma prova do que estou falando? Um estudo feito com 1.860 funcionários de empresas da Itália, França, Alemanha, Reino Unido, Estados Unidos, Rússia e Japão, publicado pela Universidade Bocconi de Milão, revelou que sorrir melhora o ânimo dos colegas. E mais, potencializa o status do chefe.</span><br />
<span style="color: #99ccff">Os efeitos do riso no trabalho foram considerados bastante positivos, já que o bom humor levanta o moral do grupo, permitindo sua coesão. Você já percebeu o quanto pessoas bem humoradas contaminam o ambiente e melhoram o astral? Não há nada pior do quepessoas pessimistas, que em tudo enxergam problemas e estão sempre pra baixo.</span></p>
<p><span style="color: #99ccff"> </span><br />
<span style="color: #99ccff">O humor deve ser encarado como uma forma de enfrentar dificuldades e desilusões no mundo corporativo. Pode ter certeza que a alegria induz a comportamentos mais agregadores. Talvez não exista o melhor emprego do mundo, mas acredito que ser feliz no trabalho faz toda a diferença, facilita as relações com chefes, pares e subordinados. E para isso bastam pequenos gestos, como sorrir, por exemplo.</span><br />
<span style="color: #99ccff">Chefe bem humorado é mais bem aceito por sua equipe. O humor, entretanto, não pode ser exagerado. Deve ter algo natural expressando a felicidade interna. Contar piadinhas escatológicas ou em hora imprópria têm efeito contrário. Pessoas alegres vencem mais rapidamente na carreira. </span><br />
<span style="color: #99ccff">Por isso, comece já. Abandone velhos hábitos, pare de reclamar, enxergue o lado positivo das coisas, encare as dificuldades sob a ótica dos desafios que te impulsionarão ao sucesso. Sorria e seja feliz! Garanto quesua vida e a de todos ao seu redor terá um colorido diferente.</span></p>
<p><span style="color: #99ccff"> </span></p>
<p><span style="color: #99ccff"> </span></p>
<p><em><span style="color: #99ccff">Fonte: Portal Nacional de Saúde &#8211; Unimed do Brasil</span></em></p>
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		<title>Comissão do Senado aprova incluir &#8216;busca da felicidade&#8217; na Constituição</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Nov 2010 16:10:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unimed Porto Alegre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórico]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[FIB]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
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		<description><![CDATA[Projeto segue agora para análise dos senadores no plenário da Casa.
Pela proposta, direitos sociais serão &#8216;essenciais para a busca da felicidade&#8217;.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou no dia 10 de novembro uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que inclui o termo “busca da felicidade” na Constituição Federal. O projeto segue [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Projeto segue agora para análise dos senadores no plenário da Casa.<br />
Pela proposta, direitos sociais serão &#8216;essenciais para a busca da felicidade&#8217;.</p>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou no dia 10 de novembro uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que inclui o termo “busca da felicidade” na Constituição Federal. O projeto segue agora para o plenário da Casa, onde precisa ser votado duas vezes antes de ir para a Câmara.</p>
<p>Pela proposta, os direitos sociais como educação, saúde, alimentação, trabalho, moradia, entre outros passam a ser “essenciais para a busca da felicidade”.</p>
<p> </p>
<p>O autor do projeto, Cristovam Buarque (PDT-DF), argumenta na justificativa que a intenção é prever na Constituição que o cidadão tem o direito de buscar a felicidade e que o estado tem de prover os direitos sociais para prover isso. Ele destaca que a “busca da felicidade” pressupõe a felicidade coletiva.</p>
<p>“Evidentemente, as alterações não buscam autorizar um indivíduo a requerer do Estado ou de um particular uma providência egoística a pretexto de atender à sua felicidade. Este tipo de patologia não é alcançado pelo que aqui se propõe, o que seja, repita-se, a inclusão da felicidade como objetivo do Estado e direito de todos”, argumenta Buarque.</p>
<p> </p>
<p><em>Fonte: G1</em></p>
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		<title>Dê o primeiro passo</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 14:59:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unimed Porto Alegre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Autonomia e Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Avaliação da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[
É preciso ter iniciativa para ir adiante e aproveitar as oportunidades que aparecem
Mudar a rotina ou alguma situação que não esteja lhe deixando satisfeito requer tomada de decisões e estar preparado para lidar com as novas circunstâncias. No entanto, essas atitudes nem sempre são fáceis de serem adotadas, pois o medo das consequências e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2010/09/passo.jpg"><img class="size-full wp-image-1193 aligncenter" src="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2010/09/passo.jpg" alt="passo" width="330" height="356" /></a></p>
<p><span style="color: #644954">É preciso ter iniciativa para ir adiante e aproveitar as oportunidades que aparecem</span></p>
<p><span style="color: #644954">Mudar a rotina ou alguma situação que não esteja lhe deixando satisfeito requer tomada de decisões e estar preparado para lidar com as novas circunstâncias. No entanto, essas atitudes nem sempre são fáceis de serem adotadas, pois o medo das consequências e o receio de fracassar acabam, muitas vezes, inibindo as tentativas. </span></p>
<p><span style="color: #644954"> </span></p>
<p><span style="color: #644954"> <span id="more-1192"></span></span></p>
<p><span style="color: #644954">Para diminuir o temor e conseguir atender aos próprios anseios com mais segurança, é importante preparar-se para o momento de aproveitar as oportunidades. Se a vontade é mudar de emprego, por exemplo, pode ser útil ficar atento a outras possibilidades e investir em cursos que agreguem diferenciais na hora de disputar uma vaga no mercado de trabalho. Dessa forma, fica mais fácil lutar contra o medo do fracasso, que costuma fazer muitas pessoas renunciarem aos seus sonhos.</span></p>
<p><span style="color: #644954"> </span></p>
<p><span style="color: #644954">Agir dessa forma não significa que tudo vai sair exatamente como foi planejado, mas pode ajudar a impulsionar a tomada de uma iniciativa, que geralmente é muito mais gratificante do que ficar na indecisão e criar um embate interno, entre a vontade e o receio. Tentar e inovar é natural do ser humano, portanto, correr atrás do que se quer, tomar a dianteira e agir a favor dos sonhos é saudável para o bem-estar, principalmente quando se leva em conta o que realmente o motiva.</span></p>
<p><em><span style="color: #644954">Fonte: Portal Nacional de Saúde &#8211; Unimed do Brasil</span></em></p>
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		<item>
		<title>Dinheiro compra felicidade??</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 14:47:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unimed Porto Alegre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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		<description><![CDATA[
Confira a matéria publicada na Revista Época sobre dinheiro e felicidade.
Vale a pena ler!
Clique aqui para saber mais
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2010/09/dinheiro.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1169" src="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2010/09/dinheiro.jpg" alt="dinheiro" width="500" height="187" /></a></p>
<p>Confira a matéria publicada na Revista Época sobre dinheiro e felicidade.</p>
<p>Vale a pena ler!</p>
<p><a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI23027-15223-2,00-DINHEIRO+COMPRA+SIM+FELICIDADE+SAIBA+COMO.html" target="_blank">Clique aqui </a>para saber mais</p>
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		</item>
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		<title>“FIB determina sucesso na gestão empresarial”, afirmam especialistas</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 17:52:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unimed Porto Alegre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-estar Social]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade Interna Bruta]]></category>
		<category><![CDATA[FIB]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Empresarial]]></category>

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		<description><![CDATA[
A aplicação do conceito de Felicidade Interna Bruta (FIB) tem influência direta no sucesso da gestão empresarial. A afirmação é consenso entre várias autoridades que participaram do painel FIB nas Empresas, promovido no sábado (21/10) à tarde, durante a 5ª Conferência Internacional Sobre Felicidade Interna Bruta.
Realizado no Hotel Rafain, em Foz do Iguaçu, pela Itaipu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/11/FIB.jpg"><img class="size-full wp-image-423 aligncenter" src="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/11/FIB.jpg" alt="FIB" width="448" height="336" /></a></p>
<p>A aplicação do conceito de Felicidade Interna Bruta (FIB) tem influência direta no sucesso da gestão empresarial. A afirmação é consenso entre várias autoridades que participaram do painel FIB nas Empresas, promovido no sábado (21/10) à tarde, durante a 5ª Conferência Internacional Sobre Felicidade Interna Bruta.</p>
<p>Realizado no Hotel Rafain, em Foz do Iguaçu, pela Itaipu Binacional, Instituto Visão Futuro e diversos parceiros, o evento contou com 450 participantes e reuniu especialistas de diferentes partes do mundo em debates e discussões sobre a implementação desse novo conceito sobre indicadores de bem-estar social, o FIB, que pode ser aplicado em países, estados, municípios e organizações de diversos portes.</p>
<p> <span id="more-424"></span></p>
<p>A conclusão do painel FIB nas Empresas é que estas obtêm resultados mais significativos se seus colaboradores são mais felizes. A felicidade do quadro organizacional é traduzida, conforme Marcelo Cardoso, vice-presidente de Desenvolvimento Organizacional da Natura, em menores custos operacionais, aumento de produção, maior engajamento, melhor desempenho, e consequente reconhecimento profissional e melhor remuneração. “Além disso, funcionários felizes apresentam maior desenvoltura em processos criativos, com ideias inovadoras”, frisou Cardoso.</p>
<p> </p>
<p>Nesse contexto, a implementação das nove dimensões do índice FIB (bem-estar psicológico, uso do tempo, vitalidade da comunidade, cultura, saúde, educação, diversidade do meio ambiente, padrão de vida e governança) nas empresas serve de ferramenta para valorizar o capital humano e, consequentemente, segundo estudos, aumentar a longevidade das companhias.</p>
<p> </p>
<p>A Natura é um exemplo de organização que adotou internamente as dimensões da FIB. Essas dimensões, segundo Vicente Gomes, consultor de Gestão da Natura, foram incorporados ao dia-a-dia dos empregados em busca de aumentar a satisfação deles no ambiente de trabalho, o rendimento, produção e os próprios resultados da empresa. “O FIB é uma forma sistêmica de integrar todos essas dimensões aplicadas pela Natura para melhorar a qualidade de vida dos nossos colaboradores”, ressaltou.</p>
<p> </p>
<p>O diretor de Coordenação e Meio Ambiente, Nelton Friedrich, disse que a empresa está familiarizada com os conceitos do FIB ao desenvolver programas socioambientais como o Cultivando Água Boa. O projeto integra a nova missão da Itaipu de promover o desenvolvimento sustentável da Bacia do Paraná 3 (bacia hidrográfica conectada ao reservatório da usina) e conscientizar empregados e colaboradores acerca de valores como o respeito, o cuidado com a natureza e com os recursos naturais, em especial a água.</p>
<p>  </p>
<p>“Esse trabalho inicia dentro da empresa, onde discutimos novos valores, novos modos de ser, sentir, produzir e consumir, e tentamos transmitir a importância da responsabilidade socioambiental de cada um”, frisou.</p>
<p> </p>
<p>Rodrigo da Rocha Loures, presidente do Sistema Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), ressaltou o novo momento das empresas, de valorização pessoal dos funcionários e do capital humano. Segundo ele, existe um incentivo por parte da Fiep para que as empresas adotem modelos como o FIB. “As organizações precisam inserir em seus planos de atuação novos conceitos que valorizem o que chamamos de artigos intangíveis, que tragam um padrão positivo de qualidade de vida dos seus colaboradores”, disse.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Produtividade</strong></p>
<p>Um estudo da Universidade de Harvard (EUA), apresentado durante a 5ª Conferência Internacional sobre FIB, demonstrou que trabalhadores com carga horária menor são mais produtivos do que aqueles que trabalham mais horas semanais. O estudo comparou a produtividade de duas empresas do mesmo setor, uma delas com 55 horas semanais e poucos dias de folga ou férias, e a outra com 40 horas semanais e mais descanso. Em quatro anos, a produtividade daqueles que trabalharam menos aumentou 5%.</p>
<p> </p>
<p>A pesquisa foi apresentada pelo norte-americano John de Graaf, que é coordenador do movimento <em>Take back your time</em> (algo como Reconquiste seu tempo, em tradução livre), que tem como objetivo combater a falta de tempo livre e o excesso de trabalho nos Estados Unidos. Ele também comparou os índices dos EUA com Dinamarca, Finlândia, Holanda e Suécia, países onde: a desigualdade salarial é a menor do mundo, se pagam os maiores impostos (mas com excelentes serviços de saúde e educação), e os turnos de trabalho são mais curtos, mas com índices de felicidade no trabalho maior.</p>
<p> </p>
<p>Em contrapartida, os norte-americanos têm piores índices de saúde ocupacional, apesar de gastarem mais com serviços nessa área. Além disso, 25% dos trabalhadores daquele país têm apenas 15 dias de férias por ano e trabalham em média 55 horas semanais.</p>
<p> </p>
<p> “Surpreendentemente, a crise financeira teve reflexos positivos: as pessoas (dos EUA) passaram a comer menos em restaurantes, estão consumindo menos álcool, se exercitam mais, compraram mais bicicletas e menos carros, estão atuando mais em trabalhos voluntários, houve redução de 21% no número de acidentes de trânsito”, afirmou de Graaf. “Temos de aprender a dizer não! É importante trabalhar duro e se esforçar, mas sem esquecer do que realmente tem valor, que é preservar a vida pessoal e ser feliz. Isso é possível”, concluiu.</p>
<p> </p>
<p><em>Fonte: Itaipu Binacional</em></p>
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		<item>
		<title>Indicadores de bem-estar ganham força</title>
		<link>http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/2009/10/19/indicadores-de-bem-estar-ganham-forca/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 17:10:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[PRODUTO INTERNO BRUTO É POSTO EM  XEQUE POR NÃO CONSEGUIR AVALIAR RIQUEZAS NATURAIS OU NÍVEL DE FELICIDADE DAS PESSOAS
Índice usado no Butão, o FIB (Felicidade Interna Bruta) considera dados de nove áreas, sendo apenas uma delas ligada à economia
 
O PIB (Produto Interno Bruto) está em xeque. O aumento das preocupações climáticas, a onda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>PRODUTO INTERNO BRUTO É POSTO EM  XEQUE POR NÃO CONSEGUIR AVALIAR RIQUEZAS NATURAIS OU NÍVEL DE FELICIDADE DAS PESSOAS</p>
<p><em>Índice usado no Butão, o FIB (Felicidade Interna Bruta) considera dados de nove áreas, sendo apenas uma delas ligada à economia</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>O PIB (Produto Interno Bruto) está em xeque. O aumento das preocupações climáticas, a onda da sustentabilidade e, mais recentemente, a crise financeira e seus impactos na economia real, estão dando um fôlego inédito ao questionamento sobre a utilização dos indicadores de crescimento econômico (dos quais o PIB é o principal) como ferramenta para se medir o progresso de uma sociedade -e, conseqüentemente, como norte para as políticas de governos e para as estratégias empresariais.    <span id="more-135"></span> <span> </span></p>
<p>O ano de 2008 foi um terreno fértil para o avanço de estudos e pesquisas relacionados a indicadores alternativos, sobretudo os ligados ao conceito de desenvolvimento humano, que englobam, além da dimensão econômica, as características sociais, culturais e políticas que influenciam a qualidade de vida de uma população.<br />
Entre esses indicadores, vem merecendo especial atenção um índice que surgiu de um trocadilho com o PIB: o FIB (Felicidade Interna Bruta), criado em 1972 pelo governo do Butão, país localizado entre a China e a Índia e conhecido por ser o mais isolado do mundo.<br />
Baseado na crença de que as ações do governo devem ter como foco a promoção do bem-estar social, o FIB é uma composição de nove áreas distintas, das quais apenas uma é estritamente econômica: a de Padrão de Vida, que inclui renda per capita e outros parâmetros de renda e emprego das pessoas.<br />
Entre as demais, chamam a atenção as que incluem o conceito de desenvolvimento sustentável (Vitalidade da Comunidade, Diversidade do Ecossistema, Boa Governança e Saúde da População) e as que estão longe dos padrões utilizados no mundo ocidental, como Uso e Equilíbrio do Tempo e Bem-Estar Emocional.<br />
“Eventualmente, uma economia estacionária pode ser uma economia bem-sucedida”, defende o vice-presidente do Conselho Nacional do Butão, Dasho Karma Ura. “O PIB é bom para se medir o capital econômico, que é fundamental no desenvolvimento de uma sociedade, mas é cego para outras esferas tão ou mais importantes, como o capital humano e o capital ambiental. Isso é extremamente relevante diante de certos dilemas que enfrentamos hoje, por exemplo o do nível de consumo ante a escassez de recursos naturais.”<br />
Mais do que agradar a linhas de pensamento alternativas, o FIB e outros indicadores semelhantes (como o Índice de Bem-Estar Social e o Índice de Desenvolvimento Humano, o IDH) vêm atraindo interesse cada vez maior de governos, empresas e instituições multilaterais. A Organização das Nações Unidas (ONU), por exemplo, quer incluir algumas dessas esferas nas Metas do Milênio a partir de 2015, uma vez que diversos países desenvolvidos já terão alcançado os compromissos assumidos em 2000 para essa data.<br />
Até representantes de instituições consideradas conservadoras, como o diretor-gerente do Banco Mundial, Graeme Wheeler, vêm apoiando o debate sobre novos indicadores.<br />
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, formou neste ano uma comissão para estudar novos instrumentos para medir o desenvolvimento econômico, liderada por dois prêmios Nobel de Economia: Joseph Stiglitz e o indiano Amartya Sen. “Há muito tempo existe entre os economistas um forte sentimento de que o Produto Interno Bruto (PIB) não é um bom instrumento de medida, sobretudo para o bem-estar das pessoas. Com um pouco de sorte, esse estudo terá conseqüências em todo o mundo”, afirmou Stiglitz em entrevista à imprensa francesa durante o anúncio da comissão.<br />
Enquanto isso, o governo canadense elabora um índice oficial de bem-estar da população, que caminhará lado a lado com o PIB na condução da política econômica.</p>
<p>FIB nacional<br />
No Brasil, o tema também começa a chamar a atenção de políticos e empresários. O Banco Real, por exemplo, promoveu em outubro uma reunião de alguns seus principais clientes com os representantes butaneses que vieram ao país para a I Conferência Nacional do FIB, realizada em São Paulo.<br />
A Icatu Hartford, empresa de seguros e previdência, adotou o FIB como mote central de suas campanhas na mídia. Prefeituras municipais, como a de Angatuba, decidiram incorporar aspectos do FIB em suas gestões. “Temos muitas empresas e governos interessados em conhecer melhor esses conceitos. Isso foi deflagrado pela evidência empírica de que níveis de felicidade e bem-estar têm estagnado durante as últimas três ou quatro décadas em diversos países, a despeito do crescimento econômico e do aumento da expectativa de vida dos seus cidadãos. Isso também vale para as empresas e para a sua relação com os funcionários”, conta a diretora do Instituto Visão Futuro e representante do FIB no país, Susan Andrews.<br />
O segredo do Butão não está exatamente na eficácia da utilização do FIB como política pública, mas sim no desenvolvimento de uma metodologia para aferir critérios tão subjetivos como a felicidade a partir de estatísticas objetivas e confiáveis.<br />
Curiosamente, isso acontece ao mesmo tempo em que empresas e governos procuram conhecer melhor o valor dos chamados ativos intangíveis, onde temas como responsabilidade socioambiental e confiança têm destaque crescente. “Cada vez mais as pessoas procuram atribuir valor a temas como o trabalho voluntário, a proteção ou a agressão ao meio ambiente, ao uso do tempo de cada indivíduo. E essas são esferas que os indicadores de riqueza tradicionais simplesmente não alcançam”, resume o economista Ladislau Dowbor, da PUC-SP.</p>
<p>ANDRÉ PALHANO</p>
<p>COLABORAÇÃO PARA A FOLHA<br />
Folha de S. Paulo – 30/12/2008</p>
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