dez.2009
Repórter especial, faz parte da equipe de ÉPOCA desde o lançamento da revista, em 1998. Escreve sobre medicina há 14 anos e ganhou mais de 10 prêmios nacionais de jornalismo
Fiz uma promessa no último Reveillon: 2009 seria o ano do bem-estar. Jurei tentar equilibrar as várias seções da minha vida sem deixar nenhuma delas perder o ritmo. Queria ser tão habilidosa quanto os equilibristas de pratos dos circos que não existem mais. Refleti sobre os 365 dias anteriores e concluí que os campos mais importantes (saúde, amor, maternidade, trabalho) estavam relativamente bem resolvidos. O que estava abaixo da média era o bem-estar. A apenas um mês do final do ano, posso dizer que cumpri a promessa.
nov.2009
Satisfação e bem-estar valem tanto quanto o dinheiro para o sucesso de uma sociedade. Por isso, governos e empresas começam a medir a Felicidade interna Bruta das pessoas, um novo instrumento para traçar políticas públicas e administrativas
Você é feliz? Em algum momento, todos nós já tivemos de responder a essa pergunta, feita por amigos íntimos, familiares e, às vezes, por nós mesmos. Em breve, porém, será comum ouvir essa complicada questão de recenseadores governamentais e profissionais de recursos humanos. É que a felicidade já pode ser medida e autoridades e especialistas de todo o planeta, inclusive no Brasil, estudam como transformá-la em indicador capaz de determinar políticas públicas e relações corporativas. A tendência, que põe a praticidade dos resultados financeiros em segundo plano e a complexa subjetividade do bem-estar social em primeiro, tem adeptos de peso.
nov.2009
A aplicação do conceito de Felicidade Interna Bruta (FIB) tem influência direta no sucesso da gestão empresarial. A afirmação é consenso entre várias autoridades que participaram do painel FIB nas Empresas, promovido no sábado (21/10) à tarde, durante a 5ª Conferência Internacional Sobre Felicidade Interna Bruta.
Realizado no Hotel Rafain, em Foz do Iguaçu, pela Itaipu Binacional, Instituto Visão Futuro e diversos parceiros, o evento contou com 450 participantes e reuniu especialistas de diferentes partes do mundo em debates e discussões sobre a implementação desse novo conceito sobre indicadores de bem-estar social, o FIB, que pode ser aplicado em países, estados, municípios e organizações de diversos portes.
out.2009

A Unimed foi às ruas para saber como as pessoas estão realmente se sentindo. Durante a correria do dia-a-dia, é praticamente impossível parar para pensar nos rumos que nossa vida está tomando. Às vezes pode parecer que as coisas estão correndo bem, mas analisando profundamente, percebemos que talvez existam pontos em que precisamos tomar consciência e melhorar. Está tudo bem? Tudo bem mesmo? CONTINUE LENDO
out.2009
A pesquisa de opinião foi realizada em 2009, com 1455 pessoas residentes na capital e outras 12 cidades da área de atuação da Unimed Porto Alegre (Alvorada, Canoas, Cachoeirinha, Capão da Canoa, Esteio, Gravataí, Osório, Santo Antônio da Patrulha, Sapucaia, Torres, Tramandaí e Viamão). O questionário, com 93 perguntas, foi respondido com uma escala variando de 1, discordo totalmente até 6, concordo totalmente. CONTINUE LENDO
out.2009
Com o objetivo de conhecer a sociedade civil e planejar aquilo que ela espera alcançar como ideal de qualidade de vida, o Movimento Nossa São Paulo lançou na última sexta-feira (15/5), durante suas comemorações de dois anos de atividade, o IRBEM – Indicadores de Referência de Bem-Estar no Município. O evento também teve a presença de políticos e intelectuais para debater questões ligadas à sustentabilidade e à qualidade de vida nas cidades. Entre eles, estavam a senadora Marina Silva, o filósofo e professor da PUC-SP Mário Sérgio Cortella, o professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP José Eli da Veiga, o economista e professor da PUC-SP Ladislau Dowbor e a coordenadora do FIB (Felicidade Interna Bruta) no Brasil, Susan Andrews.
A definição dos indicadores do IRBEM será feita em duas fases. Na primeira, será elaborado um questionário para a população contendo os diversos itens que podem influenciar o bem-estar das pessoas que moram nas cidades, como relações familiares e comunitárias, a distribuição do tempo entre sono, trabalho e lazer, a qualidade da moradia e acesso a serviços e equipamentos públicos. CONTINUE LENDO







