dez.2009
Repórter especial, faz parte da equipe de ÉPOCA desde o lançamento da revista, em 1998. Escreve sobre medicina há 14 anos e ganhou mais de 10 prêmios nacionais de jornalismo
Fiz uma promessa no último Reveillon: 2009 seria o ano do bem-estar. Jurei tentar equilibrar as várias seções da minha vida sem deixar nenhuma delas perder o ritmo. Queria ser tão habilidosa quanto os equilibristas de pratos dos circos que não existem mais. Refleti sobre os 365 dias anteriores e concluí que os campos mais importantes (saúde, amor, maternidade, trabalho) estavam relativamente bem resolvidos. O que estava abaixo da média era o bem-estar. A apenas um mês do final do ano, posso dizer que cumpri a promessa.
out.2009
Uma pesquisa realizada na Capital e em 12 cidades da área de cobertura da Unimed Porto Alegre trouxe uma notícia desanimadora: a preservação do ambiente não é uma prioridade quando o assunto é bem-estar. Dos 12 aspectos analisados, o item ficou em penúltimo lugar. A análise apresentou o que os moradores consideram essencial para elevar seu ânimo e o grau de satisfação com o papel que desempenham em busca da realização pessoal. O estudo gerou o Índice de Bem-Estar Unimed Porto Alegre. Em uma escala de zero a cem, o IBE na Capital ficou em 67.
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out.2009
Pesquisa revela o que moradores consideram fundamental para serem felizes e como avaliam seu desempenho pessoal
O morador de Porto Alegre conta consigo mesmo para elevar seu bem-estar. Um estudo inédito patrocinado pela Unimed apresentará pela primeira vez o que os habitantes da Capital consideram fundamental para ser felizes e como avaliam seu desempenho na busca pela realização pessoal. Eles estão mais satisfeitos com o que podem resolver por conta própria do que com aspectos de suas vidas dependentes da sociedade ou do governo.
O trabalho resultou na elaboração do Índice de Bem-Estar Unimed Porto Alegre (IBE), que permitirá, pela repetição da pesquisa em outros anos, acompanhar como oscila o ânimo de quem vive em Porto Alegre e em um conjunto de outros 12 municípios que fazem parte da mesma região de cobertura da empresa. O resultado apurado na Capital ficou em 67 na escala de zero a cem em que, quanto maior o número, mais elevado o nível de bem-estar. O conjunto das demais cidades, que não receberam notas individuais, alcançou 68. CONTINUE LENDO
out.2009
A pesquisa que deu origem ao Índice de Bem-Estar Unimed Porto Alegre (IBE), lançada formalmente ontem à noite, revela que a falta de tempo é um dos obstáculos para a melhoria das condições de vida na metrópole.
O estudo indica que a convivência com amigos e familiares e a frequência de programas como ir ao cinema são consideradas importantes pela população – o problema é encontrar espaço em agendas cada vez mais apertadas.
As respostas ao questionário aplicado a 1.455 moradores da Capital e de um conjunto de outros 12 municípios metropolitanos e do Litoral revelam indícios de que o bem-estar vem sendo limitado pela rotina exaustiva. O encontro com os amigos, apontado pelos entrevistados como o indicador mais importante para a qualidade do seu convívio social, atingiu um nível de satisfação de 67 em uma escala de zero a cem. A média de tempo que se passa com os familiares ficou em um patamar ainda mais baixo: 64.
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out.2009







