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	<title>Unimed Clientes &#187; Notícia</title>
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		<title>IBE nas rádios de Porto Alegre</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 17:06:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unimed Porto Alegre</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio]]></category>

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		<description><![CDATA[O lançamento do IBE &#8211; Índice de Bem-estar Unimed Porto Alegre foi divulgado por diversas mídias da capital.
Confira aqui as matérias de rádio que foram transmitidas:
                                        
 
                                            

 
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O lançamento do IBE &#8211; Índice de Bem-estar Unimed Porto Alegre foi divulgado por diversas mídias da capital.</p>
<p style="text-align: left">Confira aqui as matérias de rádio que foram transmitidas:</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/10/Radio_GauchaProgramaSuperSabado_17out.mp3"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-311" src="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/10/Gaucha_SuperSabado_17-150x85.jpg" alt="Gaucha_SuperSabado_17" width="150" height="85" /></a>                                        <a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/10/Radio_Gaucha_ProgramaChamadaGeral_17out.mp3"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-314" src="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/10/Gaucha_ChamadaGeral_17-150x85.jpg" alt="Gaucha_ChamadaGeral_17" width="150" height="85" /></a></p>
<p style="text-align: center"> <a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/10/Radio_CBN_19out.mp3"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-317" src="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/10/CBN_19-150x85.jpg" alt="CBN_19" width="150" height="85" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/10/Radio_BandAM_19out.mp3"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-319" src="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/10/BandAM_19-150x85.jpg" alt="BandAM_19" width="150" height="85" /></a>                                        <a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/10/Radio_BandNews_19out.mp3"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-321" src="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/10/BandNews_19-150x85.jpg" alt="BandNews_19" width="150" height="85" /></a>    </p>
<p><a href="http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/files/2009/10/Radio_Gaucha_ProgramaChamadaGeral_17out.mp3"></a></p>
<p style="text-align: left"> <span id="more-295"></span></p>
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		<title>Pessoas mais tristes da Austrália moram na cidade mais rica</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 17:19:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Tristeza]]></category>

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		<description><![CDATA[Sydney, onde há belas praias e uma bonita região portuária, aparece com freqüência na lista das melhores cidades do mundo para se morar. Mas uma pesquisa sobre felicidade descobriu que ela é o lar das pessoas mais tristes da Austrália.
A pesquisa, que estabeleceu o Índice Unitário Australiano de Bem-Estar e que entrevistou cerca de 23 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sydney, onde há belas praias e uma bonita região portuária, aparece com freqüência na lista das melhores cidades do mundo para se morar. Mas uma pesquisa sobre felicidade descobriu que ela é o lar das pessoas mais tristes da Austrália.</p>
<p>A pesquisa, que estabeleceu o Índice Unitário Australiano de Bem-Estar e que entrevistou cerca de 23 mil australianos, descobriu que as pessoas mais felizes do país vivem nas menores cidades e que as mais tristes, nas cidades grandes.</p>
<p>“O dinheiro realmente não compra felicidade. É isso o que ficou muito claro para as quase 23 mil pessoas que entrevistamos até agora”, afirmou Liz Eckerman, pesquisadora do Centro de Qualidade de Vida da Universidade Deakin, em Melbourne.    <span id="more-144"></span></p>
<p>“Apenas em níveis bastante altos de renda, o dinheiro realmente possui algum impacto formando uma zona de proteção”, disse Eckerman a uma rádio local.</p>
<p>Ao contrário dos indicadores econômicos tradicionais sobre o padrão de vida, o índice australiano de bem-estar é uma medição subjetiva a respeito de como os australianos se sentem em relação a suas vidas e à vida na Austrália.</p>
<p>As pessoas mais felizes do país moram na pequena cidade costeira de Wide Bay, onde estão a ilha Fraser, que integra a lista de Patrimônios da Humanidade, e a baía Hervey, na qual se pode observar baleias. A cidade fica na costa do Estado de Queensland.</p>
<p>Wide Bay ficou na frente de outras cidades em quesitos como padrão de vida, saúde, relações pessoais, senso de segurança, vida comunitária e segurança em relação ao futuro. A cidade aparece em posições baixas em outras pesquisas que mediram a oferta de emprego e a renda.</p>
<p>O índice de bem-estar descobriu que oito das nove cidades mais felizes da Austrália eram comunidades rurais pobres e isoladas. “As pessoas da zona rural parecem ter um padrão mais alto de conectividade uns com os outros. Elas têm bons relacionamentos. Os vizinhos conhecem as crianças e tomam conta delas”, afirmou o autor da pesquisa, Bob Cummins, da Universidade Deakin.</p>
<p>“Tudo isso tende a elevar bastante a sensação de bem-estar das pessoas nessas áreas”, afirmou Cummins a repórteres na segunda-feira.</p>
<p>O lugar mais triste da Austrália era o  		coração da cidade mais rica e mais cara do país os bairros ocidentais  		de Sydney.</p>
<p>Segundo Cummins, os moradores da cidade revelaram um índice relativamente baixo de bem-estar devido ao elevado custo das hipotecas, que deixava pouco dinheiro para gastar em outras áreas.</p>
<p>Ansiedade<br />
Os australianos que moram no maior Estado do país, o Estado de Austrália Ocidental, revelaram os maiores índices de ansiedade decorrente de seu isolamento. De outro lado, os moradores do pequeno Estado de Victoria, no qual há muitas cidades pequenas, eram os mais satisfeitos.</p>
<p>A pesquisa descobriu, no entanto, que a Austrália continua sendo um bom lugar para se morar. A diferença entre os lugares com o melhor e o pior índice de satisfação era de apenas 9,1 pontos percentuais. “A Austrália é realmente um país feliz”, disse o relatório em sua parte final.</p>
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		<title>Indicadores de bem-estar ganham força</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 17:10:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[PRODUTO INTERNO BRUTO É POSTO EM  XEQUE POR NÃO CONSEGUIR AVALIAR RIQUEZAS NATURAIS OU NÍVEL DE FELICIDADE DAS PESSOAS
Índice usado no Butão, o FIB (Felicidade Interna Bruta) considera dados de nove áreas, sendo apenas uma delas ligada à economia
 
O PIB (Produto Interno Bruto) está em xeque. O aumento das preocupações climáticas, a onda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>PRODUTO INTERNO BRUTO É POSTO EM  XEQUE POR NÃO CONSEGUIR AVALIAR RIQUEZAS NATURAIS OU NÍVEL DE FELICIDADE DAS PESSOAS</p>
<p><em>Índice usado no Butão, o FIB (Felicidade Interna Bruta) considera dados de nove áreas, sendo apenas uma delas ligada à economia</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>O PIB (Produto Interno Bruto) está em xeque. O aumento das preocupações climáticas, a onda da sustentabilidade e, mais recentemente, a crise financeira e seus impactos na economia real, estão dando um fôlego inédito ao questionamento sobre a utilização dos indicadores de crescimento econômico (dos quais o PIB é o principal) como ferramenta para se medir o progresso de uma sociedade -e, conseqüentemente, como norte para as políticas de governos e para as estratégias empresariais.    <span id="more-135"></span> <span> </span></p>
<p>O ano de 2008 foi um terreno fértil para o avanço de estudos e pesquisas relacionados a indicadores alternativos, sobretudo os ligados ao conceito de desenvolvimento humano, que englobam, além da dimensão econômica, as características sociais, culturais e políticas que influenciam a qualidade de vida de uma população.<br />
Entre esses indicadores, vem merecendo especial atenção um índice que surgiu de um trocadilho com o PIB: o FIB (Felicidade Interna Bruta), criado em 1972 pelo governo do Butão, país localizado entre a China e a Índia e conhecido por ser o mais isolado do mundo.<br />
Baseado na crença de que as ações do governo devem ter como foco a promoção do bem-estar social, o FIB é uma composição de nove áreas distintas, das quais apenas uma é estritamente econômica: a de Padrão de Vida, que inclui renda per capita e outros parâmetros de renda e emprego das pessoas.<br />
Entre as demais, chamam a atenção as que incluem o conceito de desenvolvimento sustentável (Vitalidade da Comunidade, Diversidade do Ecossistema, Boa Governança e Saúde da População) e as que estão longe dos padrões utilizados no mundo ocidental, como Uso e Equilíbrio do Tempo e Bem-Estar Emocional.<br />
“Eventualmente, uma economia estacionária pode ser uma economia bem-sucedida”, defende o vice-presidente do Conselho Nacional do Butão, Dasho Karma Ura. “O PIB é bom para se medir o capital econômico, que é fundamental no desenvolvimento de uma sociedade, mas é cego para outras esferas tão ou mais importantes, como o capital humano e o capital ambiental. Isso é extremamente relevante diante de certos dilemas que enfrentamos hoje, por exemplo o do nível de consumo ante a escassez de recursos naturais.”<br />
Mais do que agradar a linhas de pensamento alternativas, o FIB e outros indicadores semelhantes (como o Índice de Bem-Estar Social e o Índice de Desenvolvimento Humano, o IDH) vêm atraindo interesse cada vez maior de governos, empresas e instituições multilaterais. A Organização das Nações Unidas (ONU), por exemplo, quer incluir algumas dessas esferas nas Metas do Milênio a partir de 2015, uma vez que diversos países desenvolvidos já terão alcançado os compromissos assumidos em 2000 para essa data.<br />
Até representantes de instituições consideradas conservadoras, como o diretor-gerente do Banco Mundial, Graeme Wheeler, vêm apoiando o debate sobre novos indicadores.<br />
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, formou neste ano uma comissão para estudar novos instrumentos para medir o desenvolvimento econômico, liderada por dois prêmios Nobel de Economia: Joseph Stiglitz e o indiano Amartya Sen. “Há muito tempo existe entre os economistas um forte sentimento de que o Produto Interno Bruto (PIB) não é um bom instrumento de medida, sobretudo para o bem-estar das pessoas. Com um pouco de sorte, esse estudo terá conseqüências em todo o mundo”, afirmou Stiglitz em entrevista à imprensa francesa durante o anúncio da comissão.<br />
Enquanto isso, o governo canadense elabora um índice oficial de bem-estar da população, que caminhará lado a lado com o PIB na condução da política econômica.</p>
<p>FIB nacional<br />
No Brasil, o tema também começa a chamar a atenção de políticos e empresários. O Banco Real, por exemplo, promoveu em outubro uma reunião de alguns seus principais clientes com os representantes butaneses que vieram ao país para a I Conferência Nacional do FIB, realizada em São Paulo.<br />
A Icatu Hartford, empresa de seguros e previdência, adotou o FIB como mote central de suas campanhas na mídia. Prefeituras municipais, como a de Angatuba, decidiram incorporar aspectos do FIB em suas gestões. “Temos muitas empresas e governos interessados em conhecer melhor esses conceitos. Isso foi deflagrado pela evidência empírica de que níveis de felicidade e bem-estar têm estagnado durante as últimas três ou quatro décadas em diversos países, a despeito do crescimento econômico e do aumento da expectativa de vida dos seus cidadãos. Isso também vale para as empresas e para a sua relação com os funcionários”, conta a diretora do Instituto Visão Futuro e representante do FIB no país, Susan Andrews.<br />
O segredo do Butão não está exatamente na eficácia da utilização do FIB como política pública, mas sim no desenvolvimento de uma metodologia para aferir critérios tão subjetivos como a felicidade a partir de estatísticas objetivas e confiáveis.<br />
Curiosamente, isso acontece ao mesmo tempo em que empresas e governos procuram conhecer melhor o valor dos chamados ativos intangíveis, onde temas como responsabilidade socioambiental e confiança têm destaque crescente. “Cada vez mais as pessoas procuram atribuir valor a temas como o trabalho voluntário, a proteção ou a agressão ao meio ambiente, ao uso do tempo de cada indivíduo. E essas são esferas que os indicadores de riqueza tradicionais simplesmente não alcançam”, resume o economista Ladislau Dowbor, da PUC-SP.</p>
<p>ANDRÉ PALHANO</p>
<p>COLABORAÇÃO PARA A FOLHA<br />
Folha de S. Paulo – 30/12/2008</p>
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