11
mai.2010

Convencer uma criança a ficar na cadeirinha de segurança dentro de um carro pode exigir jogo de cintura e bastante paciência, principalmente se for durante uma longa viagem. As reclamações dos filhos acabam fazendo com que muitos pais abram exceções e os liberem do uso do equipamento por algumas horas ou, simplesmente, desistam da exigência. Além de colocar em risco a segurança das crianças, a partir de 9 de junho de 2010, essas atitudes poderão ser punidas com multa de R$191,54 e sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação.xxx

A partir dessa data, as crianças com até sete anos e seis meses só deverão ser transportadas em veículos de passeio utilizando um dispositivo de retenção específico – bebê conforto, cadeirinha ou assento de elevação. Esses acessórios são desenvolvidos para proteger a anatomia do corpo infantil, uma vez que o cinto de segurança do carro é feito para pessoas com, no mínimo, 1,45m de altura. Se for utilizado por crianças menores, em casos de acidentes, há riscos de lesões internas e estrangulamento.

Conforme a idade da criança, há três variedades de dispositivos de segurança obrigatórios a serem colocados no banco traseiro quando for transportá-la. Veja o equipamento correspondente para determinadas idades:

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Após essa idade e até, pelo menos, os dez anos, a criança deve usar o cinto de segurança de três pontos no banco traseiro.

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Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed Brasil

22
abr.2010

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Não dar liberdade aos filhos pode ser prejudicial para o amadurecimento e as relações sociais deles

Querer que seu filho seja feliz e fornecer subsídios para que ele seja capaz de conseguir isso é diferente de evitar a qualquer custo que ele passe por dificuldades e frustrações. A experiência de resolver seus próprios problemas e, possivelmente, se desiludir, é necessária para que haja aprendizado e amadurecimento. No entanto, os pais superprotetores não querem saber disso e tentam manter os filhos bem debaixo de suas asas.

 

O excesso de cuidados e proteção é tão prejudicial quanto a falta deles. Mesmo em situações comuns do dia-a-dia, as atitudes dos pais podem evidenciar o exagero na assistência e amparo aos filhos. Um exemplo simples é quando a criança aponta para um copo de suco e, antes que fale o que deseja, já o tem na mão. Se ocasiões similares a essa acontecerem com frequência, não será surpresa que a criança apresente atrasos no desenvolvimento da fala.

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