23
nov.2011

Verificar alguns aspectos do ambiente é essencial para aumentar a segurança da criança

Ao engravidarem, é comum que as futuras mamães comecem a imaginar vários detalhes sobre a chegada de um novo membro na família. O quarto do bebê, por exemplo, costuma ser pensado com muito carinho e atenção para que proporcione conforto e aconchego para a criança e os pais. Além disso, a família também direciona esforços para escolher o enxoval, a decoração e os móveis desejados. Um aspecto do quartinho do bebê, no entanto, merece tanta ou mais atenção: a segurança.

Tomadas destampadas e berços mal montados, entre outras situações, oferecem riscos aos pequenos, portanto, quem tem criança em casa deve sempre estar atento a muitos detalhes. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda uma lista de checagem para aumentar a segurança do quarto do bebê. Confira alguns itens que devem ser observados:

-  Se o trocador possui um cinto de segurança;
- se há um tapete antiderrapante sob o trocador;
- existem cortinas ou cadarços pendentes que podem ser alcançados pelo bebê?
- remover protetores de berço, travesseiros, almofadas ou qualquer objeto que possa servir de apoio para pular a grade assim que o bebê começar a ficar de pé;
- o berço deve ser verificado periodicamente para detectar parafusos ou peças mal encaixadas;
- o colchão e estrado do berço devem estar com altura apropriada para idade do bebê;
- se foram colocados protetores em todas as tomadas elétricas do quarto, inclusive nas mais escondidas;
- as janelas do quarto devem ter grades ou redes devidamente instaladas;
- as caixas de brinquedos possuem tampa?
- as barras do berço estão suficientemente juntas (menos de 6 cm) para o bebê não passar a cabeça, braço ou perna entre elas?
- verificar se há brinquedos com partes pontiagudas ou cortantes;
- existem sacos plásticos no quarto do bebê?

Outros cômodos da casa, como banheiro, cozinha e sala também devem ser seguros. Como as crianças se desenvolvem e adquirem habilidades novas com o passar do tempo, a Sociedade Brasileira de Pediatria orienta que as condições de segurança de toda a casa sejam verificadas a cada seis meses.

Fonte: Unimed Brasil

11
mai.2010

Convencer uma criança a ficar na cadeirinha de segurança dentro de um carro pode exigir jogo de cintura e bastante paciência, principalmente se for durante uma longa viagem. As reclamações dos filhos acabam fazendo com que muitos pais abram exceções e os liberem do uso do equipamento por algumas horas ou, simplesmente, desistam da exigência. Além de colocar em risco a segurança das crianças, a partir de 9 de junho de 2010, essas atitudes poderão ser punidas com multa de R$191,54 e sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação.xxx

A partir dessa data, as crianças com até sete anos e seis meses só deverão ser transportadas em veículos de passeio utilizando um dispositivo de retenção específico – bebê conforto, cadeirinha ou assento de elevação. Esses acessórios são desenvolvidos para proteger a anatomia do corpo infantil, uma vez que o cinto de segurança do carro é feito para pessoas com, no mínimo, 1,45m de altura. Se for utilizado por crianças menores, em casos de acidentes, há riscos de lesões internas e estrangulamento.

Conforme a idade da criança, há três variedades de dispositivos de segurança obrigatórios a serem colocados no banco traseiro quando for transportá-la. Veja o equipamento correspondente para determinadas idades:

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Após essa idade e até, pelo menos, os dez anos, a criança deve usar o cinto de segurança de três pontos no banco traseiro.

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Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed Brasil

19
out.2009

A Prefeitura de Porto Alegre, disponibiliza o serviço de Tapa Buraco para conserto das ruas.

Ligue para solicitar o atendimento:
(51)3289.8831 / 3289.8832

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